Em Parnamirim, prefeito Taveira adota o “Tenda dos Contos”, projeto pioneiro que apóia pacientes submetidos a cirurgia bariátrica
PREFEITO ROSANO TAVEIRA APOIA PROJETO VOLTADO PARA DAR SUPORTE EMOCIONAL AOS PACIENTES NO PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA
Com o objetivo de apoiar pacientes que se submeteram a cirurgia bariátrica, o prefeito Rosano Taveira adotou na unidade saúde do Bairro Liberdade, em Parnamirim (RN) um projeto inovador denominado “Tenda dos contos”, onde quinzenalmente são atendidos grupos de pessoas pós-cirurgia bariátrica, que precisam fortalecer o emocional e aceitar a reeducação alimentar. Uma equipe multiprofissional com a psicóloga Jurema Marinho, a nutricionista Jane Cleide Constantino, farmacêutico e terapeutas dão o apoio necessário às pacientes. “Trata-se de uma tenda de contos de dor, amor e alegria, na qual a emoção flui com relatos de dores, superações e conquistas”, explica a psicóloga.
PSICÓLOGA JUREMA MARINHO DIZ QUE PACIENTES NECESSITAM DE ACOMPANHAMENTO PRINCIPALMENTE DEPOIS DO PROCEDIMENTO
PARTICIPANTES DO PROJETO CONTAM CASOS DE DE DORES, SUPERAÇÕES E CONQUISTAS
Durante as edições do projeto estimulado por Taveira surge relatos carregados de emoção, como foi o caso de Simone Cris dos Santos, 36, moradora no Jardim Aeroporto. “Fiz a cirurgia há 5 meses e de 167 quilos baixei para 117. Me libertei. A cirurgia bariátrica para nós representa um renascimento”, disse emocionada. A professora Elisângela Silva da Costa iniciou seu depoimento impactando: “Somos obesos. Passamos pela cirurgia, mas continuamos com a cabeça de obesos”, disse a paciente que integra o grupo da UBS de Liberdade.
Maria Keila, 36, moradora no bairro da Liberdade, mãe de dois filhos se submeteu à cirurgia bariátrica há quatro meses e perdeu 18 quilos. “Cheguei a 128 quilos, enfrentei oito anos de depressão, muitos remédios para controlar a doença e muita humilhação. Hoje, sou outra mulher. Eu realmente me amo”, concluiu.
A psicóloga Jurema Marinho explica que as pacientes necessitam de acompanhamento não apenas antes da cirurgia, mas principalmente depois do procedimento. “Hoje, oferecemos suporte a dez mulheres que se reúnem conosco uma vez por quinzena e aqui expõem suas angústias, ansiedades e recebem a orientação que necessitam”, disse Jurema Marinho.
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