REGRAS PARA DRONES
Anac atualiza regras para drones e muda classificação de operações
Avaliação de risco da missão substitui peso do equipamento na classificação. Mudança busca acompanhar avanço tecnológico e expansão do mercado. Pilotos terão até o fim de 2026 para prova teórica.
{"blocks":[{"key":"12345","type":"paragraph","data":{"text":"A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu, nesta sexta-feira, 12 de junho de 2026, alterar a classificação das operações com drones no Brasil. A principal mudança estabelece que o risco da atividade realizada passará a ser o critério central, e não mais o peso da aeronave. Essa atualização visa acompanhar a rápida expansão do mercado e a evolução tecnológica dos equipamentos, impactando diretamente a segurança e a regulamentação do setor."}},{"key":"67890","type":"paragraph","data":{"text":"Até agora, o peso do equipamento era o fator determinante para a categorização das operações de drones. Com a nova diretriz, aprovada pela Anac, as exigências serão proporcionais ao grau de complexidade de cada missão. Isso significa que atividades comerciais consideradas de risco intermediário exigirão habilitação específica dos pilotos, obtida por meio de exame teórico virtual disponibilizado pela própria agência. Para operações de baixo risco, as regras se aproximam das anteriores, enquanto as de maior potencial de impacto terão requisitos mais rigorosos, alinhados à aviação convencional."}},{"key":"abcde","type":"image","data":{"url":"https://static.poder360.com.br/uploads/2026/02/centro-tecnologia-chines-drones-13fev26-848x477.png","alt":"Drone em operação","caption":"Tecnologia de drones em evolução."}},{"key":"fghij","type":"paragraph","data":{"text":"A regulamentação atualizada foi incorporada ao Regulamento Brasileiro de Aviação Civil (RBAC) 100, que agora concentra as diretrizes para aeronaves não tripuladas. Segundo a Anac, a medida também busca harmonizar as definições e conceitos brasileiros com as referências regulatórias internacionais, facilitando a integração e a segurança no espaço aéreo global."}},{"key":"klmno","type":"heading","data":{"level":2,"text":"Implementação Gradual para Operadores"}},{"key":"pqrst","type":"paragraph","data":{"text":"A transição para as novas regras será feita de maneira gradual. Os operadores terão um prazo de até dois anos, a partir da publicação, para se adequarem às novas exigências e obterem as autorizações operacionais necessárias. Pilotos interessados em obter a certificação teórica para categorias de operação específicas poderão realizar o exame até o encerramento de 2026. A Agência Infra informou que documentos emitidos sob a regulamentação anterior permanecerão válidos, não exigindo renovação imediata de certificados, registros e autorizações concedidos previamente."}}]}
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