INVESTIGAÇÃO

PT pede investigação de caixa 2 em produção de filme sobre Bolsonaro

Imagem ilustrativa do senador Flávio Bolsonaro.
O senador Flávio Bolsonaro e o filme 'Dark Horse' são alvos de pedido de investigação do PT.

Partido alega suspeitas de uso de fundos no exterior e irregularidades na campanha de Flávio Bolsonaro com o filme 'Dark Horse'.

O PT protocolou pedidos no Supremo Tribunal Federal (STF) e na Polícia Federal (PF) para apurar a existência de caixa 2 na campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL) durante a produção do filme 'Dark Horse'. A sigla argumenta que a produção cinematográfica pode ter envolvido operações financeiras complexas e fundos no exterior, levantando suspeitas de irregularidades.

Adicionalmente, o PT sugere que o STF e a PF apurem se o filme 'Dark Horse' obteve todos os registros necessários na Ancine para sua filmagem e produção no Brasil, e se os atores estrangeiros que participaram da obra possuíam visto de trabalho válido para atuar no país. A destinação de emendas parlamentares para empresas ligadas à produtora do filme também é apontada como ponto de investigação.

O caso ganhou destaque em meio a outras investigações, como o "Caso Master", que apura o uso indireto de dinheiro da prefeitura de SP em filmes, e denúncias sobre condições precárias na produção, mesmo com o vultoso aporte financeiro.

O partido ressalta que, caso as irregularidades sejam confirmadas pelos órgãos de investigação, "poderão surgir elementos aptos a caracterizar ilícitos eleitorais e penais, inclusive aqueles relacionados à omissão, dissimulação ou falsidade de informações relevantes para a fiscalização da atividade político-eleitoral, entre eles a hipótese falsidade ideológica eleitoral ('caixa 2'), prevista no art. 350 do Código Eleitoral".

Adicionalmente, o PT sugere que o STF e a PF apurem se o filme 'Dark Horse' obteve todos os registros necessários na Ancine para sua filmagem e produção no Brasil, e se os atores estrangeiros que participaram da obra possuíam visto de trabalho válido para atuar no país. A destinação de emendas parlamentares para empresas ligadas à produtora do filme também é apontada como ponto de investigação.

O caso ganhou destaque em meio a outras investigações, como o "Caso Master", que apura o uso indireto de dinheiro da prefeitura de SP em filmes, e denúncias sobre condições precárias na produção, mesmo com o vultoso aporte financeiro.

O PT sustenta que parte desses recursos pode ter sido destinada a "sustentar a estrutura de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos", que, segundo a legenda, possuía "função eminentemente político eleitoral".

O partido ressalta que, caso as irregularidades sejam confirmadas pelos órgãos de investigação, "poderão surgir elementos aptos a caracterizar ilícitos eleitorais e penais, inclusive aqueles relacionados à omissão, dissimulação ou falsidade de informações relevantes para a fiscalização da atividade político-eleitoral, entre eles a hipótese falsidade ideológica eleitoral ('caixa 2'), prevista no art. 350 do Código Eleitoral".

Adicionalmente, o PT sugere que o STF e a PF apurem se o filme 'Dark Horse' obteve todos os registros necessários na Ancine para sua filmagem e produção no Brasil, e se os atores estrangeiros que participaram da obra possuíam visto de trabalho válido para atuar no país. A destinação de emendas parlamentares para empresas ligadas à produtora do filme também é apontada como ponto de investigação.

O caso ganhou destaque em meio a outras investigações, como o "Caso Master", que apura o uso indireto de dinheiro da prefeitura de SP em filmes, e denúncias sobre condições precárias na produção, mesmo com o vultoso aporte financeiro.

No documento encaminhado à Corte e à corporação, o diretório nacional do PT detalha que a investigação se faz necessária devido ao que considera um "uso de fundos no exterior com operação financeira complexa". O partido alega que o filme, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria recebido cerca de R$ 61 milhões.

O PT sustenta que parte desses recursos pode ter sido destinada a "sustentar a estrutura de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos", que, segundo a legenda, possuía "função eminentemente político eleitoral".

O partido ressalta que, caso as irregularidades sejam confirmadas pelos órgãos de investigação, "poderão surgir elementos aptos a caracterizar ilícitos eleitorais e penais, inclusive aqueles relacionados à omissão, dissimulação ou falsidade de informações relevantes para a fiscalização da atividade político-eleitoral, entre eles a hipótese falsidade ideológica eleitoral ('caixa 2'), prevista no art. 350 do Código Eleitoral".

Adicionalmente, o PT sugere que o STF e a PF apurem se o filme 'Dark Horse' obteve todos os registros necessários na Ancine para sua filmagem e produção no Brasil, e se os atores estrangeiros que participaram da obra possuíam visto de trabalho válido para atuar no país. A destinação de emendas parlamentares para empresas ligadas à produtora do filme também é apontada como ponto de investigação.

O caso ganhou destaque em meio a outras investigações, como o "Caso Master", que apura o uso indireto de dinheiro da prefeitura de SP em filmes, e denúncias sobre condições precárias na produção, mesmo com o vultoso aporte financeiro.

No documento encaminhado à Corte e à corporação, o diretório nacional do PT detalha que a investigação se faz necessária devido ao que considera um "uso de fundos no exterior com operação financeira complexa". O partido alega que o filme, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria recebido cerca de R$ 61 milhões.

O PT sustenta que parte desses recursos pode ter sido destinada a "sustentar a estrutura de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos", que, segundo a legenda, possuía "função eminentemente político eleitoral".

O partido ressalta que, caso as irregularidades sejam confirmadas pelos órgãos de investigação, "poderão surgir elementos aptos a caracterizar ilícitos eleitorais e penais, inclusive aqueles relacionados à omissão, dissimulação ou falsidade de informações relevantes para a fiscalização da atividade político-eleitoral, entre eles a hipótese falsidade ideológica eleitoral ('caixa 2'), prevista no art. 350 do Código Eleitoral".

Adicionalmente, o PT sugere que o STF e a PF apurem se o filme 'Dark Horse' obteve todos os registros necessários na Ancine para sua filmagem e produção no Brasil, e se os atores estrangeiros que participaram da obra possuíam visto de trabalho válido para atuar no país. A destinação de emendas parlamentares para empresas ligadas à produtora do filme também é apontada como ponto de investigação.

O caso ganhou destaque em meio a outras investigações, como o "Caso Master", que apura o uso indireto de dinheiro da prefeitura de SP em filmes, e denúncias sobre condições precárias na produção, mesmo com o vultoso aporte financeiro.

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