VEREADOR DETIDO

Vereador Genivaldo Pereira da Silva (PT) é preso por agressão e embriaguez ao volante

Fachada da Delegacia de Polícia Civil em Uruçuí, Piauí
Delegacia de Polícia Civil em Uruçuí, no Sul do Piauí

Genivaldo Pereira da Silva (PT) foi autuado por embriaguez ao volante e agressão contra uma mulher após confusão. O caso não foi enquadrado como violência doméstica, permitindo fiança.

O vereador Genivaldo Pereira da Silva (PT), conhecido como Geno Pereira, da Câmara Municipal de Baixa Grande do Ribeiro, foi preso em flagrante na noite de domingo, 21 de junho de 2026, nos arredores do município, após se envolver em uma confusão. Ele foi autuado por embriaguez ao volante e por agredir uma mulher. A decisão foi tomada pela Polícia Civil de Uruçuí, no Sul do Piauí, e ocorreu após desdobramentos de uma briga que envolveu a esposa do parlamentar e outras duas mulheres. A importância desta prisão reside na responsabilização por atos de violência e na garantia da segurança pública, mesmo em casos envolvendo figuras públicas.

Segundo as informações do delegado responsável, a esposa do vereador iniciou uma discussão com outras duas moradoras de Baixa Grande do Ribeiro. O vereador Geno Pereira teria se envolvido na confusão na tentativa de separar as envolvidas, mas, segundo o relato, "ele se excedeu". Todos os quatro envolvidos apresentavam sinais evidentes de embriaguez. O parlamentar foi detido no local e autuado por dirigir sob efeito de álcool e por agredir uma das mulheres envolvidas na briga. A intervenção policial visa coibir comportamentos inadequados e proteger a integridade das cidadãs.

Delegacia de Polícia Civil em Uruçuí, no Sul do Piauí

A discussão, que ocorreu às margens da PI-392, teria se iniciado após um desentendimento entre a esposa do vereador e as outras mulheres. Conforme vídeos que circularam nas redes sociais, a confusão envolveu agressões físicas, incluindo tapas no rosto e empurrões que resultaram na queda de uma das vítimas ao chão. A dignidade humana e a segurança das envolvidas foram postas em risco pelas ações. Felizmente, nenhuma das pessoas sofreu ferimentos graves.

O delegado esclareceu que a liberação do vereador mediante o pagamento de fiança foi possível porque a natureza das agressões, no contexto relatado, não se configurou como violência doméstica conforme tipificado na Lei Maria da Penha. A investigação sobre o caso prossegue na Delegacia de Uruçuí, que busca apurar todos os fatos e responsabilidades. A possibilidade de motivações políticas para a desavença também está sob escrutínio.

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