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Trump avalia fim de ofensiva contra o Irã em duas semanas, e EUA seguem em negociações

Trump avalia fim de ofensiva contra o Irã em duas semanas, e EUA seguem em negociações

Presidente dos Estados Unidos afirma que 70% dos alvos já foram atingidos. Declarações intensificam o debate sobre a segurança internacional, enquanto o Irã busca o fim das hostilidades e a garantia da segurança marítima no Golfo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que uma eventual ofensiva militar contra o Irã poderia ser concluída em apenas duas semanas, alegando que aproximadamente 70% dos alvos já foram atingidos. A afirmação, que surge em meio a crescentes tensões no Oriente Médio e negociações diplomáticas para o fim de um conflito iniciado em 28 de fevereiro, foi ao ar em entrevista gravada na semana passada e exibida no último domingo, 10 de maio de 2026. Essa perspectiva rápida de desfecho militar, anunciada por uma das maiores potências globais, impacta diretamente a segurança internacional e o delicado equilíbrio geopolítico da região, com reflexos na vida de milhões e na economia global.

Trump também declarou que o Irã estaria “militarmente derrotado”, apesar da continuidade das hostilidades no Oriente Médio. Segundo o líder americano, as Forças Armadas norte-americanas ainda teriam capacidade para ampliar a ofensiva e atingir os alvos restantes no território iraniano. De acordo com ele, os ataques pendentes seriam apenas “retoques finais”, caso os Estados Unidos decidissem prosseguir com a operação militar.

Durante a mesma entrevista, o presidente criticou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), classificando a aliança militar como um “tigre de papel”. Trump afirmou que os países aliados não participaram diretamente das ações contra o Irã, questionando a eficácia da colaboração em momentos de crise.

As declarações ocorreram logo após o governo iraniano anunciar, também no domingo, 10 de maio de 2026, que enviou aos Estados Unidos uma resposta oficial à proposta de encerramento do conflito. Este embate teve início em 28 de fevereiro, após ataques atribuídos a forças americanas e israelenses, gerando grande instabilidade.

De acordo com a agência estatal do Irã, a proposta apresentada por Teerã prioriza o fim das hostilidades e a garantia da segurança marítima na região do Golfo e do Estreito de Ormuz. Esta rota é considerada estratégica para o comércio internacional de petróleo, e sua segurança é vital para a economia global.

As negociações em andamento incluem a possibilidade de um acordo temporário para reduzir os confrontos e assegurar a circulação de embarcações, enquanto um entendimento mais amplo é discutido entre as partes envolvidas. A diplomacia, apesar dos desafios, busca uma solução para a complexa situação.

Apesar das conversas, o cenário no Oriente Médio continua marcado por forte instabilidade. Nas últimas semanas, novos episódios de violência e registros de drones militares voltaram a elevar a tensão no Golfo, reforçando a urgência de uma resolução pacífica.

Trump também reforçou durante a entrevista sua visão de que o Irã já teria perdido capacidade militar significativa no conflito. “Eles estão militarmente derrotados”, afirmou o presidente ao comentar a situação do país adversário, mantendo uma postura assertiva.

Mesmo com as tratativas diplomáticas em curso, o clima de insegurança internacional mantém governos e mercados atentos à possibilidade de novos desdobramentos militares na região, ressaltando a vulnerabilidade da paz global.

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