VIOLÊNCIA NO MARANHÃO

Suspeito de ataque que vitimou grávida e criança morre em confronto no MA

Montagem fotográfica de dois suspeitos investigados pela Polícia Civil do Maranhão
Joelson Braga Araujo e David João Gaspar Penha são suspeitos de participar de ataque que matou grávida e filho — Foto: Reprodução/Montagem

Operação policial intensifica buscas por outros envolvidos na morte de mulher e filho; Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) coordena ação

A força-tarefa montada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) confirmou, neste domingo, 12 de julho de 2026, a morte de David João Gaspar Penha, conhecido como "Mucurão", em decorrência de um confronto armado com as forças policiais na zona rural de São João Batista. O óbito marca um avanço nas investigações sobre o violento ataque que resultou no falecimento de uma mulher grávida e de seu filho, de 4 anos de idade.

Desdobramentos da operação

No mesmo dia 12 de julho de 2026, a SSP-MA também registrou o óbito de Joelson Braga Araújo, outro suspeito apontado como partícipe do crime, que também faleceu em ação policial. Joelson Braga Araújo utilizava tornozeleira eletrônica no momento da abordagem. Além disso, a polícia efetuou a prisão de Matheus Costa Pinheiro, o terceiro envolvido detido em São João Batista até o momento.

A operação, que busca garantir justiça para a família de Samira Costa Correia e do pequeno Yan Kaleb Costa Santos, conta com a integração de diversos setores, incluindo a Polícia Civil, Polícia Militar, Perícia Oficial, Centro Tático Aéreo (CTA) e o Canil. As autoridades permanecem em campo à procura de outros suspeitos identificados, cujas identidades permanecem sob sigilo para não prejudicar a captura.

Linhas de investigação

O caso, tratado como duplo homicídio, aponta para uma disputa entre facções criminosas. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Augusto Barros, a investigação apura se Josef Abreu Santos, companheiro de Samira Costa Correia e pai de Yan Kaleb Costa Santos, era o alvo principal dos criminosos. A polícia trabalha com a hipótese de que uma traição ou mudança de facção por parte de pessoas próximas às vítimas teria motivado o ataque, embora a versão ainda não esteja consolidada.

Testemunhas estimam que cerca de 15 homens participaram da incursão, na qual foram recolhidos aproximadamente 100 estojos de munições de diversos calibres. A perícia técnica, conduzida pelo IML, realiza exames de DNA em familiares para confirmar a dinâmica das mortes e proceder com a liberação dos corpos, ainda sem data definida.

Gostou desta notícia?

Entre no nosso grupo do WhatsApp!

Receba as principais notícias em primeira mão, direto no seu celular. É grátis!

📲 Quero entrar no grupo

Compartilhe esta matéria

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário