BRUTALIDADE EM TREINAMENTO
Soldado de MT relata agressão brutal em treinamento na Ucrânia
Brasileiro Arisson Benevides White, conhecido como "Periquito", detalha agressões físicas e psicológicas sofridas durante curso na Ucrânia. Colegas e batalhão cobram providências.
{"blocks":[{"key":"12345","type":"paragraph","data":{"text":"O soldado de MT Arisson Benevides White, conhecido como "Periquito", rompeu o silêncio nesta segunda-feira, 22 de junho de 2026, para relatar a violenta agressão que sofreu durante um treinamento militar na Ucrânia. A decisão de se manifestar ocorreu após a repercussão do caso, que evidenciou um ambiente de abuso e desrespeito à dignidade dos militares, levantando preocupações sobre a segurança e o bem-estar de combatentes em missões internacionais."}},{"key":"67890","type":"paragraph","data":{"text":"Em um vídeo divulgado pelo perfil Ghost Intelligence, White descreveu ter sido enforcado e atingido na cabeça com uma pedra. O incidente teria ocorrido após questionar supostas punições excessivas impostas por uma instrutora, identificada como Yasmin, e seu namorado, Alin, durante um curso de reciclagem. Segundo o soldado, as punições, como longas permanências ao sol e corridas extenuantes, tinham como objetivo inflar o ego dos instrutores."}},{"key":"abcde","type":"paragraph","data":{"text":"White e um colega veterano, Sacha, apresentavam atestados médicos do comitê do VLK, que os isentava de exercícios físicos devido a sequelas de guerra. Ao apresentar o documento, a instrutora teria zombado, classificado-o como recruta e ameaçado com punição. "Ela veio para cima de mim, tentou me agredir, me enforcar", relatou o soldado. "Nisso o namorado dela, Alin, aproveitou para me apunhalar pelas costas com um pedaço de pedra na minha cabeça, na minha nuca, e eu vi que ia desfalecer. Fiquei desacordado"."}},{"key":"fghij","type":"paragraph","data":{"text":"Ele relatou dificuldades de memória após o impacto e precisou de auxílio de colegas para ser encaminhado a um hospital. O caso ganhou destaque após colegas e seu batalhão, o 2º Batalhão Falcon, confirmarem sua hospitalização e manifestarem apoio, prometendo acompanhar o caso e cobrar providências."}},{"key":"klmno","type":"paragraph","data":{"text":"A agressão, segundo relatos de colegas, teria ocorrido após os militares se recusarem a cumprir as exigências da instrutora, que, apesar de não ter experiência em combate na Ucrânia, tentava impor sua autoridade sobre veteranos condecorados. O caso levanta sérias questões sobre os protocolos de treinamento e a conduta de instrutores em ambientes militares, impactando diretamente a segurança e a integridade dos combatentes."}}]},
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