MERCADO FORMAL EM ALERTA

Rio Grande do Norte registra alta discreta na geração de empregos em maio, com apenas 109 vagas

Imagem ilustrativa de uma carteira de trabalho com carimbos, representando a geração de empregos.
Carteira de trabalho: saldo de empregos formais no Rio Grande do Norte em maio de 2026 foi de apenas 109 vagas.

Desempenho em maio é o menor para o período desde o início da recuperação pós-pandemia. Setor de serviços lidera criação, enquanto agropecuária e indústria puxam saldo para baixo.

{"blocks":[{"key":"123ds","text":"O mercado de trabalho formal do Rio Grande do Norte mostrou um avanço tímido em maio de 2026, registrando um saldo líquido de apenas 109 novas vagas com carteira assinada. Essa estabilidade, fruto de 19.380 admissões contra 19.271 desligamentos, representa uma desaceleração acentuada em comparação com anos anteriores e o menor desempenho para o mês de maio desde o início da recuperação econômica pós-pandemia. O número total de vínculos formais ativos atingiu 530.103. A decisão de manter um ritmo lento na contratação reflete um cenário de menor dinamismo econômico, com o setor de serviços novamente como principal motor, impulsionado por atividades de assistência social. O comércio também apresentou resultados positivos, especialmente o varejo em supermercados. Em contrapartida, a indústria registrou uma leve expansão, enquanto a construção civil e a agropecuária apresentaram saldos negativos, impactando a geração de emprego no Estado. O desempenho consolidado dos primeiros cinco meses de 2026, embora positivo em 215 vagas, é fortemente influenciado pela retração contínua na agropecuária, com destaque para o cultivo de melão, e pela perda de postos na indústria. Pequenas e microempresas continuam sustentando a criação de empregos, enquanto empresas de médio e grande porte apresentaram saldos negativos. Em comparação regional, o Rio Grande do Norte obteve um dos resultados mais modestos do Nordeste, superando apenas Alagoas. Entre os municípios, Parnamirim liderou a geração de vagas, enquanto Mossoró registrou o maior número de desligamentos. A estabilidade do mercado de trabalho, com mais de 530 mil vínculos formais, dependerá da recuperação de setores como agropecuária e indústria nos próximos meses.","type":"unstyled"}}]}

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