MISTÉRIO NOS CÉUS

Militares dos EUA registram fenômeno aéreo misterioso no Oriente Médio

Monitor de sensor militar mostrando objeto aéreo não identificado em escala de cinza.
Imagem de sensor infravermelho captada pelo CENTCOM mostra movimento de fenômeno aéreo.

Imagens captadas por sensores infravermelhos revelam objeto em movimento e possível alteração de formato, desafiando análises técnicas do AARO.

O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) divulgou imagens captadas por sensores militares no Oriente Médio que registram um fenômeno aéreo não identificado. A publicação oficial, realizada em 14/07/2026, visa trazer transparência a eventos capturados em 2023, permitindo que a sociedade compreenda como o governo americano analisa a segurança do seu espaço aéreo e o comportamento de objetos cuja origem permanece sob investigação.

O registro, que possui cerca de 10 segundos de duração, foi captado por um sensor infravermelho instalado em uma plataforma militar. O material foi encaminhado para análise técnica do Escritório de Resolução de Anomalias de Todos os Domínios (AARO), órgão responsável por investigar relatos de UAP (sigla em inglês para fenômenos anômalos não identificados) ou OVNI (Objeto Voador Não Identificado).

Nas imagens, um objeto é visto em movimento. Em um momento específico do vídeo, o alvo parece mudar de formato enquanto acelera. Contudo, os especialistas do AARO advertem que as imagens não permitem concluir se houve uma transformação física, uma divisão do objeto em dois ou se a alteração visual foi um efeito técnico gerado pelo próprio sensor da câmera infravermelha.

Segundo a descrição oficial divulgada pelo AARO, entre os segundos seis e sete da gravação, duas áreas de contraste cruzam o campo de visão do sensor em direções distintas. O órgão enfatiza que a análise é meramente informativa e não constitui uma conclusão definitiva sobre a natureza física do fenômeno.

Para garantir a segurança nacional e a privacidade de envolvidos, o governo dos Estados Unidos editou trechos dos arquivos. A medida visa preservar a identidade de testemunhas e a localização de instalações militares estratégicas. Segundo o AARO, a edição não omitiu qualquer dado relacionado à natureza do fenômeno ou à existência do encontro em si, mantendo o compromisso de transparência com o público.

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