DEFESA APRESENTA ARGUMENTO

Juiz revela que Luigi Mangione alegará 'distúrbio emocional extremo' em defesa

Luigi Mangione sendo preso em uma lanchonete na Pensilvânia
Polícia divulga vídeo do momento da prisão de Luigi Mangione em lanchonete na Pensilvânia

Juiz Gregory Carro informa que Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO de uma seguradora, planeja usar a alegação de "distúrbio emocional extremo" em seu julgamento, previsto para setembro. Decisão anterior da Justiça impediu uso de provas apreendidas pela Polícia.

{"blocks":[{"type":"paragraph","data":{"text":"Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO de uma seguradora de saúde dos EUA em 2024, planeja alegar em seu julgamento que estava em um estado de \"distúrbio emocional extremo\". A revelação foi feita pelo juiz Gregory Carro nesta quarta-feira, 17/06/2026, em uma nova audiência do jovem de 28 anos, após seu comparecimento ao tribunal ter sido adiado no dia anterior."}},{"type":"paragraph","data":{"text":"Há um mês, Mangione e seus advogados obtiveram uma vitória ao convencerem a Justiça a impedir que provas apreendidas pela Polícia durante sua prisão sejam admitidas em seu julgamento, previsto para começar em setembro. Os defensores argumentaram que o suposto conteúdo de sua mochila e as declarações feitas às autoridades policiais na Pensilvânia deveriam ser considerados inadmissíveis, pois ele foi revistado ilegalmente e não informado de seus direitos legais."}},{"type":"paragraph","data":{"text":"O juiz Gregory Carro, de um tribunal estadual de Nova York em Manhattan, onde o crime ocorreu, aceitou o argumento, apesar de os promotores negarem as alegações. Em documentos judiciais, a acusação afirma possuir uma vasta gama de provas que ligam Mangione ao assassinato, incluindo DNA, impressões digitais, um telefone celular e outra mochila que ele supostamente deixou cair durante seu voo de Nova York."}},{"type":"paragraph","data":{"text":"A juíza Margaret Garnett já havia rejeitado duas acusações federais — homicídio e porte de arma com silenciador —, frustrando a promessa do governo Trump de buscar a execução de Mangione. O acusado nega todas as acusações contra ele e ainda enfrenta acusações federais de perseguição e acusações estaduais de homicídio, que podem resultar em prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional."}},{"type":"paragraph","data":{"text":"Brian Thompson, de 50 anos, foi morto em 4 de dezembro de 2024, enquanto caminhava em Manhattan. Imagens de câmeras de segurança mostraram um atirador mascarado disparando contra ele pelas costas. A Polícia afirma que as palavras \"atrasar\", \"negar\" e \"depor\" estavam escritas nas munições, imitando uma frase usada para descrever como as seguradoras evitam pagar indenizações. Mangione, filho de uma família rica de Baltimore, foi preso cinco dias depois em um McDonald's em Altoona, Pensilvânia, a cerca de 370 quilômetros (230 milhas) a oeste de Manhattan."}}]}

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