CNU 2: NOMEAÇÕES AUTORIZADAS

Governo autoriza nomeação de 300 aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado

Ministra Esther Dweck em entrevista coletiva sobre o Concurso Público Nacional Unificado.
A ministra Esther Dweck concede entrevista coletiva sobre mudanças que constarão do edital do 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU/CNU).

Ministra Esther Dweck assina portaria que permite o ingresso de 300 analistas técnicos no Poder Executivo Federal. O certame foi homologado em março.

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, autorizou a nomeação de 300 candidatos aprovados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2). A decisão, oficializada nesta quinta-feira, 11/06/2026, destina os novos servidores ao cargo de analista técnico do Poder Executivo (ATE). A medida representa um passo significativo na recomposição do quadro técnico da Administração Pública Federal, impactando diretamente a capacidade do governo em entregar serviços públicos de qualidade à sociedade.

A portaria que formaliza a autorização foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na mesma quinta-feira. Os detalhes sobre as nomeações individuais e os procedimentos para posse serão divulgados posteriormente pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O CNU 2, que visa preencher vagas em diversas áreas do Executivo Federal, teve seu concurso homologado em março deste ano.

A posse dos novos servidores está condicionada à existência de vagas disponíveis na data da nomeação e à confirmação da adequação orçamentária e financeira, conforme estabelecido pela Lei Orçamentária Anual e pela Lei de Diretrizes Orçamentárias. Essa salvaguarda garante a responsabilidade fiscal na expansão do quadro de pessoal.

Sobre o cargo de Analista Técnico do Poder Executivo (ATE)

A carreira de ATE, criada para otimizar a gestão pública, unificou 66 cargos correlatos que antes estavam dispersos em 10 planos de carreiras distintos. Essa unificação permite uma atuação mais transversal e integrada entre diferentes órgãos e áreas da Administração Pública Federal, promovendo maior eficiência e sinergia.

A remuneração para o cargo é atrativa, composta pelo vencimento básico acrescido da Gratificação de Desempenho de Atividades Executivas (GDATE). Os valores iniciais se situam entre R$ 8,1 mil e R$ 8,5 mil, representando um reconhecimento financeiro compatível com a responsabilidade e a complexidade das funções.

Para concorrer, os candidatos devem possuir graduação em especialidades específicas, como administração, arquivologia, biblioteconomia, comunicação social, contabilidade, além de formações técnico-administrativas e técnico-educacionais, conforme detalhado no edital de abertura do concurso. As atribuições gerais do ATE englobam o planejamento, coordenação, execução, controle e avaliação de atividades técnico-administrativas especializadas, essenciais para o funcionamento da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. As especificidades de cada especialidade são definidas em regulamento próprio.

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