TRAGÉDIA AÉREA NO RIO

Colisão de helicópteros no ar deixa 6 mortos no Rio

Imagem de um helicóptero em chamas após colisão no ar no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro.
O local do acidente onde os helicópteros colidiram e caíram.

Duas aeronaves colidiram no Recreio dos Bandeirantes e caíram em área de igreja abandonada alugada por montadora de carros elétricos. Seis pessoas morreram.

## Colisão de helicópteros no ar deixa 6 mortos no Rio Duas aeronaves colidiram no ar e caíram neste domingo, 14 de junho de 2026, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. A batida resultou na morte de pelo menos 6 pessoas, segundo informações preliminares. O incidente chocou moradores e exigiu mobilização intensa das equipes de emergência. A perda de vidas em um evento tão súbito ressalta a fragilidade da segurança e a necessidade de rigor na prevenção de acidentes aéreos. O Corpo de Bombeiros Militar do Rio foi acionado às 8h59 para atender à ocorrência. Os helicópteros caíram em um terreno de uma igreja abandonada, espaço que havia sido alugado por uma concessionária da BYD, montadora de carros elétricos, localizado na esquina da Avenida das Américas com as ruas Beth Lago e Rivadávia Campos. O impacto da queda e a subsequente explosão afetaram a dignidade e a segurança de quem estava próximo, além de gerar apreensão sobre a origem do fogo. O acidente foi capturado em vídeo por populares. Uma das aeronaves explodiu violentamente ao tocar o solo, ficando completamente destruída. O fogo se alastrou para veículos estacionados no local, provocando mais explosões. Na aeronave que explodiu estavam o piloto e quatro passageiros, enquanto a outra transportava apenas o piloto. A gravidade da situação impõe a necessidade de clareza sobre as circunstâncias para evitar futuras catástrofes. Até o momento da publicação desta reportagem, as causas exatas do acidente e as identidades das vítimas ainda não haviam sido confirmadas oficialmente. A falta de informação imediata gera angústia nas famílias e na sociedade, que anseiam por respostas. Em entrevista à GloboNews, um porta-voz dos bombeiros relatou que uma aeronave caiu a cerca de 100 metros da outra. Uma delas atingiu aproximadamente 20 veículos. De acordo com a corporação, as explosões foram potencializadas pelas baterias de lítio dos veículos elétricos, conhecidas por gerarem incêndios de alta intensidade. Essa peculiaridade agrava a percepção de risco e a complexidade do cenário. Equipes da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros e do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) atuam na região, buscando elucidar os fatos. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere (PSD), acompanhou as operações no local. Ele mencionou à Globo News que conhecia pessoalmente os dois pilotos, ambos descritos como experientes e com vasta experiência de voo. A confirmação de que as famílias já foram informadas traz um alívio parcial em meio à tragédia. Segundo a Anac (Agência Nacional da Aviação Civil), ambas as aeronaves eram de propriedade particular e estavam com sua situação regularizada. A aeronave que explodiu, de matrícula PR-DJJ, um Eurocopter France AS350 B2, conhecido como “Esquilo”, viajava de Angra dos Reis (RJ) para o Rio de Janeiro, de acordo com dados preliminares. O outro helicóptero, de matrícula PP-MAC, é um Bell Helicopter 206B, fabricado em 1999. A investigação completa visa não apenas identificar as causas, mas também fortalecer os protocolos de segurança para proteger vidas e garantir a tranquilidade da população frente a incidentes aéreos.

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