Debate equilibrado

Rogério Marinho elogia posição de Alcolumbre sobre tramitação da PEC da escala 6x1

Rogério Marinho elogia posição de Alcolumbre sobre tramitação da PEC da escala 6x1
Rogério Marinho elogia postura de Alcolumbre

Alcolumbre afirmou que a matéria não será votada às pressas nem sob pressão política ou de redes sociais

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, elogiou nesta terça-feira (2) a posição do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), em defesa das prerrogativas do Senado ao tratar da tramitação da proposta que altera regras de jornada e escala de trabalho e põe fim à escala 6x1. Para o parlamentar, a manifestação de Alcolumbre, ao afirmar que a matéria não será votada às pressas nem sob pressão política ou de redes sociais, reforça a responsabilidade da Casa na análise de temas que impactam diretamente trabalhadores, empreendedores e a economia brasileira.

Na avaliação de Rogério Marinho, ao afirmar que o Senado não será uma “Casa carimbadora”, Davi Alcolumbre reconheceu a necessidade de um debate sério e aprofundado sobre as mudanças nas relações de trabalho. O líder da oposição sustenta que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19, aprovada pela Câmara na última quarta-feira (27), “trata de forma equivocada temas distintos ao não diferenciar jornada de trabalho de escala de trabalho, ignorando as diferentes realidades do mercado e limitando a liberdade de escolha do trabalhador”.

Rogério Marinho apresentou a PEC 12/2026, conhecida como PEC do Trabalho Flexível. Em nota divulgada à imprensa nesta terça, Rogério Marinho sustenta que a proposta “oferece uma alternativa moderna e equilibrada, permitindo ao trabalhador escolher um regime flexível baseado em horas trabalhadas, com preservação integral de direitos como FGTS, férias, décimo terceiro salário, INSS e o limite máximo de 44 horas semanais, todos previstos na Constituição.”

O líder da oposição no Senado destaca que a iniciativa garante “a liberdade com proteção, amplia oportunidades de emprego formal, respeita as necessidades individuais dos trabalhadores e cria condições para aumento de renda sem retirar direitos”. “Trata-se de uma proposta construída para atender aos reais anseios da população brasileira, e não aos interesses de uma disputa política momentânea. O Brasil precisa de responsabilidade e debate qualificado, não de soluções populistas e eleitoreiras”, complementa Rogério Marinho em nota.

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