SOCORRO EM AÇÃO RÁPIDA
Policiais Militares do RN salvam bebê de 22 dias que parou de respirar após engasgo
Na manhã desta terça-feira, 30/06/2026, policiais do BOPAR da PMRN agiram prontamente ao serem acionados por uma mãe em desespero. A rápida intervenção evitou uma tragédia.
Um bebê de apenas 22 dias teve a respiração interrompida devido a um engasgo na manhã desta terça-feira, 30 de junho de 2026. Os Policiais do Batalhão de Operações e Patrulhamento em Áreas Rurais (BOPAR), da Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN), foram acionados por uma mãe em desespero, cujo filho apresentava vias aéreas completamente obstruídas.
Agindo com extrema agilidade, os policiais militares se deslocaram até o local indicado e iniciaram manobras de desobstrução. A rápida intervenção foi crucial para restabelecer a respiração do recém-nascido.
Após a estabilização do bebê, a equipe do BOPAR o transportou ao Hospital Municipal de Parnamirim. De lá, ele foi transferido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Nova Esperança, onde permaneceu sob cuidados médicos e em observação.
O engasgo é uma emergência que exige ação imediata, pois a obstrução das vias aéreas pode levar à asfixia e, em casos extremos, à morte. As diretrizes de socorro padronizam a sequência de procedimentos para bebês, crianças e adultos, adaptando-as a cada faixa etária.
Para bebês, o procedimento recomendado em caso de obstrução total envolve a aplicação de cinco golpes firmes nas costas, entre as escápulas. Caso não haja sucesso, o bebê deve ser virado de barriga para cima, e o socorrista deve realizar cinco compressões torácicas no centro do peito.
É essencial repetir a alternância entre os golpes nas costas e as compressões no peito até que a desobstrução ocorra ou até a chegada de socorro profissional.
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