Velório da rainha envolve 2 operações, trens e palácios em 10 dias

No momento em que a morte da rainha Elizabeth II, de 96 anos, foi confirmada, uma série de protocolos começaram a ser cumpridos com relação ao velório e ao enterro. E que ficaram mais complexos, uma vez que ela faleceu na Escócia, e não na Inglaterra, onde será enterrada. Duas operações, então, serão postas em ação: Unicórnio e London Bridge.
A primeira diz respeito ao traslado do corpo de Elizabeth da Escócia até Londres e, sim, havia planos também caso a morte acontecesse no Castelo de Balmoral, como foi o caso. Afinal, era um dos locais favoritos da rainha, de propriedade privada (ou seja, não estava entre os bens reais, mas era posse da própria Elizabeth).
O corpo dela vai de trem até Edimburgo, capital da Escócia, onde ficará no Palácio de Holyroodhouse. Isso deve acontecer no domingo (11/9). Há planos para de uma procissão cerimonial em Edimburgo ao longo da Royal Mile até a Catedral de St. Giles, marcada para segunda (12/9).
Lá, o caixão seria aberto ao público. Só então, o cortejo segue para Londres. O trajeto também deverá ser feito de trem, com homenagens a cada estação, em um percurso de 533 km. O British Royal Train será usado. É uma luxuosa locomotiva só usada em ocasiões especiais e pelos membros mais antigos da realeza. Ao todo, são nove vagões que integram quartos, sala de jantar, salões privados e um escritório. Mas há a alternativa de a viagem ser feita de avião.
Metrópoles
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