TENSÃO NO ORIENTE MÉDIO
Donald Trump promete ataque iminente a complexo nuclear do Irã
Presidente dos Estados Unidos afirma que ofensiva contra a instalação de Pickaxe será realizada com muita força e foco em insumos nucleares.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), declarou a intenção de realizar uma ofensiva militar contra a montanha Pickaxe, instalação estratégica vinculada ao programa nuclear do Irã. A decisão, anunciada na segunda-feira, 21 de julho de 2026, é justificada pela necessidade de neutralizar estoques de material físsil e centrífugas de alta velocidade que o governo iraniano teria transferido para o local, visando proteção contra bombardeios convencionais.
Ao discursar na Casa Branca na segunda-feira, 21 de julho de 2026, Donald Trump sublinhou que a operação ocorrerá em breve e será executada com alto poder de destruição, afirmando que não há medidas defensivas que o governo iraniano possa adotar para impedir a ação. A montanha Pickaxe, localizada a 1,6 km do complexo de Natanz, é monitorada de perto pelas agências de inteligência, que apontam a movimentação de urânio enriquecido para o interior da estrutura.
A possível investida ocorre em um cenário de escalada regional, com os EUA completando, nesta quarta-feira, 22 de julho de 2026, o 11º dia consecutivo de ataques contra o Irã. Conforme o Comando Central dos EUA, o objetivo central das operações é desarticular infraestruturas militares, hangares e depósitos de drones, visando garantir a segurança da navegação comercial no estreito de Ormuz, onde mais de 30 embarcações teriam sido alvos de hostilidades nos últimos três meses.
O impacto financeiro das ações militares já alcança US$ 37,5 bilhões, conforme dados apresentados pelo Pentágono ao Congresso na segunda-feira, 21 de julho de 2026. Este montante representa uma elevação de 30% em relação às estimativas iniciais, consolidando uma expansão nos gastos de guerra enquanto o conflito se estende por pontos críticos da região, incluindo ataques a infraestruturas de dados no Bahrein e instabilidades que afetam o transporte marítimo no mar Vermelho.
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