JUROS REAIS ALTOS

Títulos do Tesouro sob Lula 3 oferecem juro real superior ao governo Dilma Rousseff

Ilustração de cédulas de dinheiro e gráfico de dívida
A Dívida Bruta do Governo Geral é formado por governo federal, pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e pelos governos estaduais e municipais

Papel com vencimento em 2032 rende IPCA mais 8,3% ao ano, maior patamar desde sua emissão em fevereiro de 2026 e supera recorde de 2016.

Os títulos do Tesouro IPCA+ com vencimento em 2032, emitidos sob o terceiro governo do presidente Lula, estão oferecendo um rendimento real superior a 8,3% ao ano, acrescido da inflação (IPCA). Este patamar é o mais alto registrado desde que o papel foi lançado, em fevereiro de 2026, e supera o recorde anterior de juros reais verificado no início de 2016, durante a gestão de Dilma Rousseff.

A taxa de 8,3% mais a inflação representa um ganho significativo para quem investe, com potencial de quase dobrar o capital investido em termos reais ao longo da vigência do título. Contudo, para o país, essa remuneração elevada reflete o custo do financiamento da Dívida Bruta do Governo Geral, um cenário que pode se tornar insustentável em longo prazo.

A rentabilidade do Tesouro IPCA+ é composta pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais uma taxa de juros prefixada. É precisamente essa taxa prefixada que ultrapassou os 8,3% no título com vencimento em 2032.

A Dívida Bruta do Governo Geral abrange o governo federal, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os governos estaduais e municipais.

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