FIM DA CLT?

Romeu Zema defende trabalho por hora e critica CLT em evento

Romeu Zema discursando em um evento
Romeu Zema, governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, discursou em evento da CNI em Brasília. (Foto: Sergio Lima/Poder360)

Pré-candidato à Presidência propõe regime por hora e defende "privatizar tudo" durante evento em Brasília, questionando a legislação trabalhista atual.

{ "blocks": [ { "type": "paragraph", "data": { "text": "O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência da República, defendeu nesta segunda-feira, 22 de junho de 2026, a criação de um regime de trabalho por hora como alternativa à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A declaração foi feita durante o evento “Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria, em Brasília." } }, { "type": "paragraph", "data": { "text": "Segundo Zema, o novo modelo auxiliaria na formalização de milhões de trabalhadores que atualmente atuam sem vínculo empregatício. Ele argumentou que a legislação trabalhista brasileira, inspirada na CLT, é rígida e não oferece opções flexíveis aos trabalhadores, comparando a situação à diversidade de regimes de casamento disponíveis." } }, { "type": "paragraph", "data": { "text": "“Como a CLT, a esquerda morre de amor por ela. E ela já vai completar 100 anos. Nós vamos deixá-la e vamos ter uma opção da CLT”, afirmou Zema. Ele expressou o desejo de recuperar as regras da reforma trabalhista de 2017 e, se possível, avançar ainda mais." } }, { "type": "paragraph", "data": { "text": "O pré-candidato também criticou a judicialização das relações trabalhistas, alegando que decisões do Judiciário têm revertido avanços legislativos. Ele mencionou um suposto "lobby no Judiciário" que desfaz progressos no país." } }, { "type": "paragraph", "data": { "text": "Em outro ponto, Zema associou o caso de liquidação do Banco Master, determinado pelo Banco Central devido a fraudes, à atuação de estatais. Ele defendeu a privatização de todas as estatais, argumentando que elas atendem à "politicagem" e não ao desenvolvimento econômico." } } ] }

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