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Rogério Marinho lidera bancada potiguar em ranking nacional de parlamentares
O senador Rogério Marinho (PL) lidera a lista de parlamentares do Rio Grande do Norte no ranking do site Ranking dos Políticos, sendo um dos três potiguares entre os 100 melhores do Congresso Nacional em 2026. A avaliação considera votações, gastos, presença e produção legislativa.
O senador Rogério Marinho (PL) se destacou no ranking nacional do site Ranking dos Políticos, assumindo a liderança entre os parlamentares do Rio Grande do Norte. Ele figura na 14ª posição geral, com 9,55 pontos, uma ascensão impressionante de 148 posições em relação ao ano anterior. Marinho é o parlamentar potiguar melhor avaliado na lista que compõe as 100 “cabeças” do Congresso Nacional em 2026, conforme divulgado pelo site.
Três dos 11 representantes do Rio Grande do Norte no Congresso Nacional foram incluídos entre os 100 melhores. Além de Rogério Marinho, a senadora Zenaide Maia (PSD) aparece em 72º lugar, com 9,20 pontos e uma subida de 236 posições. O deputado federal General Girão (PL) completa o grupo, ocupando a 88ª posição com 9,15 pontos, após ascender 34 posições.
Outros parlamentares potiguares também foram pontuados. O deputado Sargento Gonçalves (PL) está na 112ª colocação, com 9,08 pontos e avanço de 24 posições. O senador Styvenson Valentim (Podemos) figura em 123º lugar (9,04 pontos), com crescimento de 17 posições. O deputado João Maia (PP) aparece em 287º, com 7,38 pontos, subindo 241 posições.
Na outra ponta do espectro, entre os 513 deputados federais e 81 senadores que compõem o Congresso Nacional, três parlamentares do Rio Grande do Norte figuram nas últimas posições. São eles os deputados federais Fernando Mineiro e Natália Bonavides (PT), respectivamente nas 339ª e 500ª posições. A deputada Carla Dickson (PL) ocupa a 502ª colocação; ela assumiu o mandato no final de 2024, após a eleição do então deputado Paulinho Freire (União) para a prefeitura de Natal.
O deputado federal Robinson Faria (PP), da atual legislatura (2023/2026), não consta nas listagens anuais do Ranking dos Políticos.
O Ranking dos Políticos e sua Metodologia
Criado em 2011, o site Ranking dos Políticos se propõe a realizar uma avaliação apartidária e objetiva do desempenho dos parlamentares. O objetivo é aproximar os cidadãos do Congresso Nacional, oferecendo dados verificáveis que permitam à população acompanhar a atuação de seus representantes sem viés político.
As informações são obtidas diretamente de fontes públicas oficiais, acessadas via APIs de portais governamentais, incluindo os da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Essa prática garante a confiabilidade e a atualidade dos dados apresentados. A metodologia utilizada para a pontuação é revisada anualmente, assegurando critérios consistentes e relevantes.
O processo de avaliação envolve a análise de votações, gastos, presença e produção legislativa. Projetos de lei são classificados por importância — de extrema (10 pontos) a baixa (2 pontos) — com base em seu impacto estrutural e alcance. A nota final é calculada a partir de uma base que considera votações, gastos e presença, com ajustes por bônus ou penalidades relacionadas a processos, produção e articulação legislativa. Condenações definitivas em processos podem reduzir a nota.
Críticas ao STF e a Justiça Eleitoral
O senador Rogério Marinho, líder da oposição no Senado e coordenador-geral da pré-campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, manifestou preocupação com o que chamou de interferência judicial em disputas eleitorais. Na quarta-feira, 28 de maio de 2026, ele esteve no Supremo Tribunal Federal (STF) para apresentar ao ministro Edson Fachin uma defesa da autonomia da Justiça Eleitoral.
Acompanhado do advogado Marcelo Bessa, Marinho entregou um memorial questionando o uso de Reclamação Constitucional para modificar decisões da Justiça Eleitoral, especialmente em casos de eleições suplementares. Segundo Bessa, a medida visa preservar o equilíbrio mínimo em pleitos eleitorais, garantindo prazos razoáveis para que qualquer eleição ocorra de forma justa.
Marinho declarou que o objetivo da manifestação é assegurar “equidade, equilíbrio e paridade de armas” entre os candidatos, permitindo que cada um exerça sua atividade de buscar o voto e apresentar seu programa à sociedade. Ele citou o caso da sucessão governamental no Rio de Janeiro e a eleição suplementar de Roraima, onde decisões do STF teriam alterado regras e prazos, inviabilizando candidaturas e criando cenários de disputa única.
O senador alertou que o problema reside no enfraquecimento da Justiça Eleitoral especializada diante de decisões do STF, o que representa um precedente perigoso para a democracia e para a livre manifestação popular através do voto. Ele pediu ao ministro Fachin sensibilidade e que o tema seja levado ao colegiado da Corte para discussão, considerando o caráter excepcional do caso e a necessidade de debater o precedente.
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