RN LIDERA NORDESTE

Rio Grande do Norte registra o maior Índice de Desenvolvimento Humano do Nordeste, aponta ONU

Gráfico ilustrando o Índice de Desenvolvimento Humano com destaque para o Nordeste.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) mede o progresso em saúde, educação e renda.

Relatório do PNUD divulgado nesta terça-feira (26) posiciona o estado na 15ª colocação nacional, com índice de 0,778. O resultado é o melhor da série histórica.

O Rio Grande do Norte alcançou o mais alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) de toda a região Nordeste, conforme revelado em relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) divulgado nesta terça-feira, 26/05/2026. O estado atingiu a marca de 0,778 em uma escala que varia de 0 a 1. Este avanço o coloca na 15ª posição no ranking nacional, ainda que abaixo da média brasileira de 0,805. O IDHM é um indicador crucial que reflete o progresso em saúde, educação e renda, pilares essenciais para a dignidade e o bem-estar da população.

Este é o melhor desempenho do Rio Grande do Norte em toda a sua série histórica, que se iniciou em 2012 com um índice de 0,695, posição que o colocava em 20º lugar entre as unidades da Federação. A evolução demonstra um impacto positivo e contínuo nas condições de vida dos cidadãos potiguares.

O Índice de Desenvolvimento Humano é calculado a partir da média geométrica de dados normalizados que avaliam três dimensões fundamentais: saúde, que mede a expectativa de vida e o acesso a cuidados médicos; educação, referente ao acesso ao conhecimento e à qualidade do ensino; e renda, que indica um padrão de vida digno. Um IDHM mais alto significa maior oportunidade e qualidade de vida para os habitantes.

Na comparação regional, o Rio Grande do Norte supera seus vizinhos: Ceará figura em segundo lugar no Nordeste com 0,773, seguido por Pernambuco (0,767), Piauí (0,764) e Sergipe (0,761). O Maranhão registra o índice mais baixo da região e do país, com 0,745, evidenciando desafios persistentes que demandam atenção.

No cenário nacional, o Distrito Federal lidera o ranking com um IDHM de 0,866, seguido por São Paulo (0,838) e Santa Catarina (0,833). Estes dados nacionais e regionais servem como bússola para políticas públicas focadas no desenvolvimento humano equitativo.

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