RESERVATÓRIOS AÇORADOS
Rio Grande do Norte: 22 reservatórios atingem capacidade máxima em 2026, aponta Igarn
Relatório do Igarn indica que mananciais atingiram 100% da capacidade. Outros reservatórios seguem com volumes significativos, enquanto alguns enfrentam situação de alerta.
{"blocks":[{"key":"12345","type":"paragraph","data":{"text":"Em 2026, o Rio Grande do Norte já registra 22 reservatórios completamente cheios, atingindo 100% de sua capacidade. A informação consta no mais recente Relatório dos Volumes dos Reservatórios divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) e divulgado nesta sexta-feira, 22. Essa marca representa um cenário positivo para a segurança hídrica do estado, impactando diretamente a disponibilidade de água para abastecimento humano, agricultura e outras atividades essenciais."}},{"key":"67890","type":"paragraph","data":{"text":"Além dos mananciais que sangraram, outros 11 açudes e barragens apresentam volumes entre 70% e 99,9% da capacidade total, indicando uma robusta reserva hídrica em grande parte do território potiguar. O Igarn monitora atualmente 69 reservatórios essenciais para o abastecimento e a segurança hídrica dos municípios."}},{"key":"abcde","type":"heading","data":{"level":2,"text":"Reservatórios cheios em diversas regiões"}},{"key":"fghij","type":"paragraph","data":{"text":"Entre os reservatórios que atingiram a capacidade máxima e registraram sangria, estão: Campo Grande (São Paulo do Potengi); Rodeador (Umarizal); Marcelino Vieira (Marcelino Vieira); Lagoa de Boqueirão (Touros); Lagoa de Extremoz (Extremoz); Apanha Peixe (Caraúbas); Gangorra (Rafael Fernandes); Riacho da Cruz II (Riacho da Cruz); Flechas (José da Penha); Passagem (Rodolfo Fernandes); Beldroega (Paraú); Encanto (Encanto); Corredor (Antônio Martins); Lagoa de Pium (Nísia Floresta); Riachão (Rodolfo Fernandes); Currais (Itaú); Arapuá (José da Penha); Tesoura (Francisco Dantas); Inspetoria (Umarizal); Dinamarca (Serra Negra do Norte); Sossego (Rodolfo Fernandes); e Lagoa do Jiqui (Parnamirim)."}},{"key":"klmno","type":"heading","data":{"level":2,"text":"Cenário geral das reservas hídricas"}},{"key":"pqrst","type":"paragraph","data":{"text":"O levantamento geral indica que as reservas hídricas superficiais do Rio Grande do Norte acumulam 54,15% da capacidade total de armazenamento em 2026. Os principais reservatórios monitorados pelo estado exibem volumes significativos: a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves está com 44,70% da capacidade; a Barragem Oiticica registra 74,81%; e a Barragem Santa Cruz do Apodi acumula 74,80%."}},{"key":"uvwxy","type":"heading","data":{"level":2,"text":"Dez reservatórios em situação de alerta"}},{"key":"zabcd","type":"paragraph","data":{"text":"Apesar do cenário predominantemente positivo, o relatório do Igarn também identifica dez reservatórios com menos de 10% da capacidade, indicando uma situação de alerta para o abastecimento em suas áreas de influência. Os menores volumes registrados em 2026 são: Itans (Caicó), com 0,72%; Passagem das Traíras (São José do Seridó), com 0,14%; Esguicho (Ouro Branco), com 8,05%; Dourado (Currais Novos), com 4,23%; Jesus Maria José (Tenente Ananias), com 1,55%; Zangarelhas (Jardim do Seridó), com 5,65%; Alecrim (Santana do Matos), com 4,09%; 25 de Março (Pau dos Ferros), com 9,36%; Totoró (Currais Novos), com 2,64%; e Mundo Novo (Caicó), com 2,65%. A gestão e o monitoramento contínuos desses mananciais são cruciais para garantir a resiliência hídrica do estado diante dos desafios climáticos."}}]}
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