PROJETO POLÍTICO NACIONAL
PT lança Gleisi Hoffmann ao Senado pelo Paraná
Presidente nacional do partido oficializa pré-candidatura para fortalecer agenda social e alinhamento com Lula.
Em um movimento político que promete acirrar a disputa eleitoral no Paraná, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, confirmou sua pré-candidatura ao Senado pelo estado nesta segunda-feira, 04 de maio de 2026. A decisão, endossada pelo partido, mira fortalecer a representação do Paraná no Congresso e impulsionar a pauta de defesa das mulheres, com foco em políticas contra a violência, o feminicídio e pela igualdade de direitos, alinhando-se ao projeto nacional do presidente Lula.
A pré-candidata enfatiza que sua plataforma busca reforçar a representatividade do Paraná no Senado, em sintonia com a visão “inclusiva” do presidente Lula.
Hoffmann sublinha a urgência de fortalecer a atuação feminina no Congresso, promovendo “políticas firmes contra a violência, contra o feminicídio e pela igualdade de direitos”. Ela aspira ser “a voz do verdadeiro Paraná no Senado Federal”, ressaltando a dimensão social e territorial de sua postulação.
Com uma trajetória política consolidada, Gleisi Hoffmann já exerceu o mandato de senadora, eleita em 2010. Posteriormente, licenciou-se para assumir a desafiadora posição de ministra-chefe da Casa Civil entre junho de 2011 e 2014, durante o primeiro governo Dilma Rousseff.
Sua extensa carreira política teve início nos tempos de estudante, demonstrando um engajamento precoce com a vida pública.
Em 2002, integrou a equipe de transição do então presidente eleito Lula e, em seguida, foi nomeada diretora financeira da Itaipu Binacional, cargo que ocupou até 2006, quando se candidatou ao Senado pela primeira vez, sem êxito.
Em 2014, disputou o governo do Paraná, alcançando a terceira posição. Sua resiliência a levou a ser eleita deputada federal em 2018 e reeleita em 2022.
Recentemente, em 2025, Hoffmann assumiu a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, uma pasta crucial para a articulação política do governo. Deixou o posto ministerial justamente para se dedicar à sua pré-candidatura ao Senado, reforçando a importância de seu novo desafio.
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