PARTIDO IMPULSIONA POSTS
PT gastou R$ 514 mil em impulsionamento de posts sobre caso Flávio Bolsonaro, aponta Meta
Investimento de R$ 514 mil do PT em anúncios no Facebook entre 13 e 20 de maio chama atenção após divulgação de áudio envolvendo senador e banqueiro. PL investiu R$ 13 mil no mesmo período.
O Partido dos Trabalhadores (PT) investiu R$ 514 mil para impulsionar publicações no Facebook entre os dias 13 e 20 de maio. Este período foi marcado pela divulgação de um áudio que envolve o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Os dados, extraídos da biblioteca de anúncios da Meta, indicam que os estados de São Paulo e Minas Gerais concentraram os maiores valores investidos pelo partido, com R$ 97 mil e R$ 49 mil, respectivamente. A informação foi divulgada por Lauro Jardim, do GLOBO.
Em comparação, o Partido Liberal (PL), legenda associada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, desembolsou aproximadamente R$ 13 mil em anúncios impulsionados na mesma plataforma e período.
Em um balanço mais amplo, dos últimos 30 dias, o PT destinou cerca de R$ 1,4 milhão em campanhas focadas em temas sociais, políticos e eleitorais. O PL, no mesmo intervalo, registrou um gasto de aproximadamente R$ 63 mil.
O caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro já alcançou mais de 2,7 bilhões de visualizações nas redes sociais.
No dia em que as negociações entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro para o financiamento do filme “Dark Horse” vieram à tona, o PT direcionou cerca de R$ 350 mil para impulsionar conteúdos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em um dos vídeos divulgados, Lula defendeu uma investigação rigorosa sobre o caso que envolve o Banco Master, enfatizando que as punições devem ocorrer "independente de quem for".
"Se tiver governador envolvido, se tiver prefeito, deputado, senador ou presidente da República", declarou o petista na gravação, que foi impulsionada nas redes sociais.
Por outro lado, o PL respondeu às críticas com uma postagem questionando o financiamento de filmes ligados a ex-presidentes. A publicação do partido indagou: "virou crime financiar filme?". Argumentou ainda que produções culturais recebem investimentos privados regularmente e ressaltou que o projeto em questão não utilizaria recursos públicos nem mecanismos como a Lei Rouanet.
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