CRIME VIRTUAL GRAVE
Polícia Federal deflagra operação contra armazenamento e compartilhamento de abuso sexual infantojuvenil no RN
Ação batizada de Operação Uiraçu cumpriu mandado em Parazinho e resultou na prisão em flagrante de um suspeito. Investigação busca identificar outros envolvidos na disseminação de conteúdo ilegal.
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, 16/06/2026, uma operação no Rio Grande do Norte com o objetivo de combater crimes de armazenamento e compartilhamento de arquivos com conteúdo de abuso sexual de crianças e adolescentes na internet. A iniciativa, batizada de Operação Uiraçu, concentrou-se em um investigado no município de Parazinho, que estaria envolvido na disseminação de centenas de materiais ilegais por meio virtual.
Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, os agentes localizaram evidências de abuso sexual infantojuvenil em um equipamento eletrônico ligado ao suspeito, resultando em sua prisão em flagrante. Os dispositivos apreendidos serão submetidos a exames periciais detalhados. A Polícia Federal assegura que a investigação prosseguirá para identificar outros possíveis cúmplices e redes criminosas associadas.
O indivíduo detido pode responder por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), incluindo condutas relativas ao armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual contra menores. A continuidade das apurações visa ampliar a identificação de todos os envolvidos nesse grave ciclo de exploração.
A Polícia Federal destaca a importância da participação social e da prevenção no combate a esses crimes. Ressalta a necessidade de pais e responsáveis acompanharem de perto a atividade digital de crianças e adolescentes, promovendo um diálogo aberto sobre os perigos no ambiente online. A corporação também utiliza termos como “abuso sexual de crianças e adolescentes” e “violência sexual contra crianças e adolescentes” para refletir a gravidade das ações criminosas investigadas.
O combate eficaz a essa modalidade de crime depende da colaboração da sociedade. A PF reforça que o registro de denúncias e a comunicação de qualquer situação suspeita são essenciais para a proteção de potenciais vítimas e para o enfrentamento efetivo dessa prática criminosa.
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