CAÇADA GLOBAL
Polícia dos EUA detém foragido da Justiça do Paraná por homicídio
Job da Luz Freitas Junior, com mandado desde junho de 2024, é preso em 29 de abril na Geórgia. ICE apura nova violência doméstica contra o suspeito.
Autoridades americanas, em uma ação conjunta do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE) e da polícia de Sandy Springs, Geórgia, prenderam na quarta-feira, 29 de abril, Job da Luz Freitas Junior. O brasileiro era procurado pela Justiça do Paraná sob a grave acusação de assassinar a própria mulher. A captura, realizada na cidade de Sandy Springs, representa um passo crucial na busca por justiça, garantindo que indivíduos acusados de crimes violentos não encontrem refúgio em solo estrangeiro.
Job da Luz Freitas Junior vivia na região quando foi localizado após um alerta do ICE. Com a informação, investigadores locais passaram a monitorar o paradeiro do foragido até a abordagem que resultou em sua detenção.
Contra ele, havia um mandado de prisão preventiva emitido pela Vara Criminal de Piraquara (PR) em junho de 2024. A operação que levou à prisão contou com o apoio essencial da polícia de Sandy Springs na identificação e captura. Após a detenção, Job Junior foi entregue à custódia do ICE, o órgão responsável por todos os procedimentos migratórios e de deportação.
Autoridades americanas revelaram que, além da suspeita de homicídio no Brasil, há fortes indícios de que o brasileiro possa ter se envolvido em novos episódios de violência contra outra mulher enquanto estava nos Estados Unidos. “O ICE recebeu informações indicando possível envolvimento em abuso físico contínuo contra outra vítima”, informou a polícia local em nota, sublinhando a gravidade das acusações.
No momento, Job da Luz Freitas Junior aguarda os trâmites legais para ser deportado para o Brasil. Ao retornar ao país, ele deverá responder ao processo criminal relacionado ao assassinato da esposa. O retorno de Job da Luz Freitas Junior ao Brasil pode significar o início de um caminho para que a família da vítima encontre respostas e um possível desfecho judicial, essencial para a dignidade e a memória de quem teve a vida ceifada de forma tão brutal.
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