ALERTA EM PRAIA

Pitbull solto ataca e mata animais em praia do RN; moradores pedem providências

Ilustração genérica de um cão pitbull
Ilustração de um cão da raça pitbull

Cão da raça pitbull invadiu residências em Barra do Cunhaú, no Rio Grande do Norte, e atacou outros animais, gerando pânico. Caso ocorre em meio a repercussão de ataque a jornalista em São Paulo.

Moradores de Barra do Cunhaú, litoral sul do Rio Grande do Norte, viveram momentos de pânico no último sábado, 10/06/2026, após um pitbull solto pelas ruas invadir duas residências e atacar ferozmente outros animais. A sequência de violência, que terminou com pelo menos três cães mortos, gerou medo e revolta na comunidade turística e acendeu novamente o alerta sobre o perigo de animais de grande porte circulando sem controle.

Relatos de residentes indicam que, dentro de uma das propriedades invadidas, o pitbull avançou contra um cachorro de estimação que estava no colo de um idoso, de mais de 70 anos. Com o impacto da ação, o homem foi derrubado, e o ataque direcionado ao seu pet mobilizou testemunhas pelo risco de ferimentos graves ao tutor.

Testemunhas afirmam que, logo após os ataques aos animais, um carro apareceu rapidamente no local, recolheu o pitbull e fugiu. O tutor do animal não foi identificado até o momento. A população local cobra fiscalização rigorosa e providências imediatas das autoridades.

O caso no RN ocorreu no mesmo fim de semana de um episódio de repercussão nacional. No domingo, 07/06/2026, o jornalista José Roberto Burnier, âncora da TV Globo, foi atacado por um pitbull enquanto passeava com seus próprios cães em São Paulo. O animal também circulava livremente em área residencial, sem guia e sem focinheira. Burnier tentou defender seus pets, foi mordido e precisou de atendimento médico de urgência, recebendo pontos na mão.

Após o incidente, o jornalista fez um apelo público pelo cumprimento das leis que exigem o uso de coleiras e focinheiras para raças de grande porte. Especialistas reforçam que o comportamento agressivo, na maioria das vezes, é reflexo da negligência e irresponsabilidade dos tutores, que deixam de adotar medidas básicas de segurança e controle, impactando diretamente a segurança e a dignidade de todos.

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