ALERTA CLIMÁTICO GLOBAL

ONU alerta para El Niño e aumento de eventos climáticos extremos

O que é o El Niño e por que os cientistas estão em alerta
O que é o El Niño e por que os cientistas estão em alerta

Fenômeno El Niño é esperado com alta probabilidade de intensidade moderada a forte, exigindo preparo para secas, chuvas intensas e ondas de calor. Organização Meteorológica Mundial (OMM) destaca riscos para o Brasil.

{"blocks":[{"key":"12345","type":"paragraph","data":{"text":"A Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU, emitiu um alerta nesta terça-feira, 02/06/2026, sobre a iminente chegada do fenômeno El Niño. A decisão, baseada em dados atualizados, indica alta probabilidade de desenvolvimento do evento entre junho e agosto deste ano, com fortes indícios de que seja pelo menos moderado, podendo atingir níveis fortes. Este cenário exige preparo global para um aumento de secas severas, chuvas intensas e ondas de calor, impactando diretamente a vida e a dignidade humana através da escassez de recursos e da destruição de habitats."}},{"key":"67890","type":"paragraph","data":{"text":"Celeste Saulo, secretária-geral da OMM, enfatizou a necessidade de preparação para um possível evento El Niño forte, que agravará as secas e as chuvas intensas, elevando o risco de ondas de calor, tanto em terra quanto no oceano. A probabilidade de desenvolvimento do El Niño é de 80% nos próximos meses, segundo dados da WMO, autoridade no tema. O mundo não deve esperar uma versão mínima do fenômeno; o alerta é para eventos extremos."}},{"key":"abcde","type":"paragraph","data":{"text":"O El Niño é um ciclo climático natural que se manifesta pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial central e oriental. Ele faz parte da Oscilação Sul do El Niño (ENSO) e ocorre a cada dois a sete anos, com duração média de nove a doze meses. Seus efeitos podem influenciar padrões climáticos globais por períodos prolongados."}},{"key":"fghij","type":"paragraph","data":{"text":"No Brasil, o El Niño tende a intensificar a seca na região Norte e aumentar as chuvas na região Sul. Contudo, o principal risco reside no aumento generalizado de eventos climáticos extremos, afetando todas as regiões. A diminuição da umidade proveniente da Amazônia, devido a secas severas no Norte, impacta a irrigação de outras partes do país, resultando em períodos mais secos."}},{"key":"klmno","type":"paragraph","data":{"text":"O último El Niño em 2024 causou secas intensas na região Norte, com rios amazônicos secando completamente, além de enchentes no Rio Grande do Sul, aumento de incêndios florestais e redução nos níveis de represas. O país ainda lida com as consequências, como a reconstrução de cidades no Rio Grande do Sul e o estresse hídrico potencial nos rios do Norte."}},{"key":"pqrst","type":"paragraph","data":{"text":"Em resposta ao alerta, o governo brasileiro anunciou a criação de um gabinete de crise, reunindo semanalmente órgãos federais e instituições de pesquisa para monitorar os impactos do El Niño e coordenar ações de prevenção e resposta em todo o território nacional."}}]}

Gostou desta notícia?

Entre no nosso grupo do WhatsApp!

Receba as principais notícias em primeira mão, direto no seu celular. É grátis!

📲 Quero entrar no grupo

Compartilhe esta matéria

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário