ALERTA VERMELHO

Ondas de calor na Europa mataram mais de 200 mil pessoas em quatro anos, informa OMS

Pessoas buscando refúgio do calor intenso na Europa.
Ondas de calor extremas na Europa já causaram mais de 200 mil mortes em quatro anos, segundo OMS. Foto: REUTERS

Organização Mundial da Saúde lança novas diretrizes e aponta impacto físico e mental de eventos extremos. Fenômeno é consequência das mudanças climáticas.

Mais de 200 mil pessoas faleceram em decorrência de ondas de calor extremas na Europa nos últimos quatro anos, conforme divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade reitera que este fenômeno recorrente é uma consequência direta das mudanças climáticas e exige atenção urgente para a proteção da dignidade humana e da saúde pública.

Em um alerta emitido nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026, durante a apresentação de novas diretrizes em Berlim, a OMS declarou que "As ondas de calor não são mais anomalias meteorológicas excepcionais". A decisão de emitir estas diretrizes parte da constatação do crescente impacto na vida das pessoas, visando mitigar o sofrimento e garantir a segurança.

Além das perdas fatais, a organização ressaltou que "milhões de pessoas" sofrem com os efeitos físicos e mentais dessas temperaturas elevadas. A necessidade de ações preventivas e de adaptação se torna cada vez mais premente, considerando o impacto devastador na qualidade de vida e na saúde dos cidadãos.

Imagem ilustrativa de ondas de calor na Europa.
Ondas de calor extremas na Europa já causaram mais de 200 mil mortes em quatro anos, segundo OMS. Foto: REUTERS

A OMS publicou novas diretrizes para auxiliar países europeus a protegerem suas populações dos efeitos adversos das ondas de calor. A decisão reflete a gravidade da situação e a necessidade de respostas coordenadas e eficazes, dado o aumento da frequência e intensidade desses eventos climáticos.

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