"Pacote de Bondade"

Lula destina o dobro de verbas em programas sociais ante Bolsonaro em ano eleitoral

Gráfico comparando gastos de Lula e Bolsonaro em programas sociais em ano eleitoral.
Comparativo de gastos em programas sociais de presidentes em ano eleitoral.

Em ano eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gastou R$ 184,7 bilhões até maio, enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) investiu R$ 74,5 bilhões no mesmo período em 2022.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) direcionou R$ 184,7 bilhões em programas sociais até maio de 2026, valor que representa o dobro do montante investido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no mesmo período em 2022. Naquele ano, o pacote de bondades do ex-chefe do Executivo alcançou R$ 74,5 bilhões, valor corrigido pela inflação.

Por outro lado, o governo Bolsonaro teve seu maior impacto fiscal proveniente do perdão de dívidas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), estimado em R$ 39,1 bilhões, considerando valores corrigidos pela inflação.

O Poder360 analisou programas lançados entre janeiro e maio de 2022 e de janeiro a maio de 2026 que impactam diretamente pessoas físicas, excluindo medidas que beneficiam apenas empresas.

No segmento de transportes, o governo Lula lançou as duas fases do Move Brasil, totalizando R$ 31,2 bilhões, com foco em caminhoneiros. Adicionalmente, em 19 de maio, foi anunciado o Move Aplicativos, destinado a motoristas de aplicativos e taxistas, com R$ 30 bilhões reservados.

Por outro lado, o governo Bolsonaro teve seu maior impacto fiscal proveniente do perdão de dívidas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), estimado em R$ 39,1 bilhões, considerando valores corrigidos pela inflação.

Outras medidas implementadas pelo ex-presidente incluíram:

  • R$ 6,8 bilhões com o corte de 25% na alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • R$ 2,6 bilhões para garantir a gratuidade no transporte público para idosos;
  • R$ 3,9 bilhões no reajuste salarial para professores;
  • R$ 2 bilhões para isenção de IPI para taxistas e pessoas com deficiência;
  • R$ 1 bilhão para o Casa Verde Amarela, programa habitacional anterior ao Minha Casa, Minha Vida;
  • R$ 900 milhões para zerar tributos federais sobre o gás de cozinha;
  • R$ 100 milhões no Habite Seguro.

Diante do cenário de conflito no Irã, Lula anunciou R$ 30 bilhões para a desoneração do diesel e R$ 5,8 bilhões para a subvenção da gasolina. Já o governo Bolsonaro havia alocado R$ 18,1 bilhões para a redução de tributos sobre diesel e outros combustíveis.

O Poder360 analisou programas lançados entre janeiro e maio de 2022 e de janeiro a maio de 2026 que impactam diretamente pessoas físicas, excluindo medidas que beneficiam apenas empresas.

No segmento de transportes, o governo Lula lançou as duas fases do Move Brasil, totalizando R$ 31,2 bilhões, com foco em caminhoneiros. Adicionalmente, em 19 de maio, foi anunciado o Move Aplicativos, destinado a motoristas de aplicativos e taxistas, com R$ 30 bilhões reservados.

O pacote de benefícios do governo atual também engloba:

  • R$ 28 bilhões para a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda;
  • R$ 24,8 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida;
  • R$ 23,2 bilhões para o Desenrola 2.0;
  • R$ 12,8 bilhões referentes ao saque do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário;
  • R$ 4,7 bilhões para o programa Gás do Povo.

Por outro lado, o governo Bolsonaro teve seu maior impacto fiscal proveniente do perdão de dívidas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), estimado em R$ 39,1 bilhões, considerando valores corrigidos pela inflação.

Outras medidas implementadas pelo ex-presidente incluíram:

  • R$ 6,8 bilhões com o corte de 25% na alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • R$ 2,6 bilhões para garantir a gratuidade no transporte público para idosos;
  • R$ 3,9 bilhões no reajuste salarial para professores;
  • R$ 2 bilhões para isenção de IPI para taxistas e pessoas com deficiência;
  • R$ 1 bilhão para o Casa Verde Amarela, programa habitacional anterior ao Minha Casa, Minha Vida;
  • R$ 900 milhões para zerar tributos federais sobre o gás de cozinha;
  • R$ 100 milhões no Habite Seguro.

As iniciativas visam tanto as populações de menor renda, com programas como o Minha Casa, Minha Vida, quanto a classe média. Em ambos os governos, ações voltadas ao setor de combustíveis receberam atenção prioritária: o atual governo liberou R$ 35,8 bilhões para a área, enquanto o anterior destinou R$ 18,1 bilhões.

Diante do cenário de conflito no Irã, Lula anunciou R$ 30 bilhões para a desoneração do diesel e R$ 5,8 bilhões para a subvenção da gasolina. Já o governo Bolsonaro havia alocado R$ 18,1 bilhões para a redução de tributos sobre diesel e outros combustíveis.

O Poder360 analisou programas lançados entre janeiro e maio de 2022 e de janeiro a maio de 2026 que impactam diretamente pessoas físicas, excluindo medidas que beneficiam apenas empresas.

No segmento de transportes, o governo Lula lançou as duas fases do Move Brasil, totalizando R$ 31,2 bilhões, com foco em caminhoneiros. Adicionalmente, em 19 de maio, foi anunciado o Move Aplicativos, destinado a motoristas de aplicativos e taxistas, com R$ 30 bilhões reservados.

O pacote de benefícios do governo atual também engloba:

  • R$ 28 bilhões para a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda;
  • R$ 24,8 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida;
  • R$ 23,2 bilhões para o Desenrola 2.0;
  • R$ 12,8 bilhões referentes ao saque do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário;
  • R$ 4,7 bilhões para o programa Gás do Povo.

Por outro lado, o governo Bolsonaro teve seu maior impacto fiscal proveniente do perdão de dívidas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), estimado em R$ 39,1 bilhões, considerando valores corrigidos pela inflação.

Outras medidas implementadas pelo ex-presidente incluíram:

  • R$ 6,8 bilhões com o corte de 25% na alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • R$ 2,6 bilhões para garantir a gratuidade no transporte público para idosos;
  • R$ 3,9 bilhões no reajuste salarial para professores;
  • R$ 2 bilhões para isenção de IPI para taxistas e pessoas com deficiência;
  • R$ 1 bilhão para o Casa Verde Amarela, programa habitacional anterior ao Minha Casa, Minha Vida;
  • R$ 900 milhões para zerar tributos federais sobre o gás de cozinha;
  • R$ 100 milhões no Habite Seguro.

As iniciativas visam tanto as populações de menor renda, com programas como o Minha Casa, Minha Vida, quanto a classe média. Em ambos os governos, ações voltadas ao setor de combustíveis receberam atenção prioritária: o atual governo liberou R$ 35,8 bilhões para a área, enquanto o anterior destinou R$ 18,1 bilhões.

Diante do cenário de conflito no Irã, Lula anunciou R$ 30 bilhões para a desoneração do diesel e R$ 5,8 bilhões para a subvenção da gasolina. Já o governo Bolsonaro havia alocado R$ 18,1 bilhões para a redução de tributos sobre diesel e outros combustíveis.

O Poder360 analisou programas lançados entre janeiro e maio de 2022 e de janeiro a maio de 2026 que impactam diretamente pessoas físicas, excluindo medidas que beneficiam apenas empresas.

No segmento de transportes, o governo Lula lançou as duas fases do Move Brasil, totalizando R$ 31,2 bilhões, com foco em caminhoneiros. Adicionalmente, em 19 de maio, foi anunciado o Move Aplicativos, destinado a motoristas de aplicativos e taxistas, com R$ 30 bilhões reservados.

O pacote de benefícios do governo atual também engloba:

  • R$ 28 bilhões para a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda;
  • R$ 24,8 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida;
  • R$ 23,2 bilhões para o Desenrola 2.0;
  • R$ 12,8 bilhões referentes ao saque do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário;
  • R$ 4,7 bilhões para o programa Gás do Povo.

Por outro lado, o governo Bolsonaro teve seu maior impacto fiscal proveniente do perdão de dívidas do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), estimado em R$ 39,1 bilhões, considerando valores corrigidos pela inflação.

Outras medidas implementadas pelo ex-presidente incluíram:

  • R$ 6,8 bilhões com o corte de 25% na alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • R$ 2,6 bilhões para garantir a gratuidade no transporte público para idosos;
  • R$ 3,9 bilhões no reajuste salarial para professores;
  • R$ 2 bilhões para isenção de IPI para taxistas e pessoas com deficiência;
  • R$ 1 bilhão para o Casa Verde Amarela, programa habitacional anterior ao Minha Casa, Minha Vida;
  • R$ 900 milhões para zerar tributos federais sobre o gás de cozinha;
  • R$ 100 milhões no Habite Seguro.

Gostou desta notícia?

Entre no nosso grupo do WhatsApp!

Receba as principais notícias em primeira mão, direto no seu celular. É grátis!

📲 Quero entrar no grupo

Compartilhe esta matéria

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário