Exposição

iFood confirma vazamento de dados cadastrais de 1,2 milhão de usuários

Logo do iFood com texto sobre vazamento de dados
Incidente de segurança afetou dados cadastrais de usuários do iFood.

A empresa de delivery informou que nomes e CPFs de clientes foram expostos em incidente ocorrido em dezembro de 2025, mas garantiu que informações sensíveis como senhas e dados bancários não foram afetadas.

O iFood confirmou nesta quarta-feira, 03/06/2026, que dados cadastrais de aproximadamente 1,2 milhão de usuários foram expostos em um incidente de segurança. Essa quantidade representa cerca de 2% da base de clientes da empresa de delivery. A plataforma informou que o incidente ocorreu em dezembro de 2025 e foi rapidamente contido por protocolos internos.

As informações vazadas restringem-se a nomes e CPFs. A companhia assegurou que não houve comprometimento de senhas, credenciais de acesso, meios de pagamento ou registros financeiros. Tampouco foram identificadas evidências de acesso a dados bancários ou a transações dos usuários, minimizando o impacto direto na segurança financeira e pessoal dos afetados.

Em nota, o iFood refutou a alegação de que o vazamento teria atingido 43 milhões de pessoas, enfatizando a adoção de medidas de proteção em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). A empresa afirmou que o caso foi tratado sob as normas vigentes, garantindo a privacidade e a segurança dos cidadãos dentro dos parâmetros legais.

As informações vazadas restringem-se a nomes e CPFs. A companhia assegurou que não houve comprometimento de senhas, credenciais de acesso, meios de pagamento ou registros financeiros. Tampouco foram identificadas evidências de acesso a dados bancários ou a transações dos usuários, minimizando o impacto direto na segurança financeira e pessoal dos afetados.

Em nota, o iFood refutou a alegação de que o vazamento teria atingido 43 milhões de pessoas, enfatizando a adoção de medidas de proteção em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). A empresa afirmou que o caso foi tratado sob as normas vigentes, garantindo a privacidade e a segurança dos cidadãos dentro dos parâmetros legais.

A companhia justificou a ausência de uma comunicação formal anterior pela convicção de que o episódio não acarretou risco ou dano relevante aos clientes. Segundo o iFood, a dispensa de reporte público segue os critérios regulatórios determinados pela ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados). A empresa lamentou o ocorrido e reforçou a importância de os usuários se atentarem apenas a canais oficiais para comunicação.

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