RISCO NO MERCADO

Homem sofre crise de saúde após uso de caneta ilegal para emagrecer

Imagem ilustrativa de caneta emagrecedora comercializada ilegalmente
Foto: Reprodução/TV Globo

Paciente ignorou orientações médicas e utilizou substância sem registro da Anvisa; relato alerta para perigos de medicamentos clandestinos.

O uso de medicamentos sem autorização sanitária resultou em um quadro clínico grave de hipoglicemia, tremores e taquicardia para um paciente que buscava a perda de peso rápida, um episódio registrado em 14/07/2026. A decisão de adquirir o produto por vias ilegais, mesmo sob alerta médico, colocou a saúde do indivíduo em risco extremo, evidenciando o perigo de substâncias sem procedência garantida.

A escolha pelo mercado clandestino

Talisson, morador de Natal, RN, admitiu ter ignorado a negativa de sua médica ao comprar uma caneta comercializada como retatrutida, substância experimental ainda sem aprovação no Brasi. A busca por um atalho estético sobrepôs-se à segurança biológica, resultando em sintomas severos poucas horas após a administração da dose, incluindo vômitos, náuseas e uma agitação física incapacitante.

Alerta de especialistas

O caso reforça a preocupação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com o comércio irregular desses dispositivos. Sem registro oficial, não há qualquer controle sobre a qualidade, pureza ou condições de armazenamento das canetas, muitas vezes provenientes do Paraguai. Médicos reforçam que, além de reações imediatas, o uso de compostos experimentais pode gerar danos irreversíveis ao fígado, aos rins e ao sistema cardiovascular, sendo fundamental a observância rigorosa das normas sanitárias vigentes.

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