CENÁRIO POLÍTICO 2026

Eduardo Bolsonaro aponta vácuo de liderança no PT após ciclo de Lula

Eduardo Bolsonaro durante transmissão ao vivo em seu canal no YouTube.
Na publicação, o congressista disse que Moraes sofre “isolamento” dentro do STF e relatou que representantes do mercado financeiro teriam buscado diálogo com outros ministros da Corte, sem a presença dele | Sérgio Lima/Poder360 - 27.nov.2019

Em transmissão ao vivo, o ex-deputado projetou dificuldades para a esquerda e reforçou pautas da pré-campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência.

A sucessão do atual governo enfrenta desafios internos e a ausência de figuras capazes de aglutinar o eleitorado progressista, segundo avaliação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O ex-deputado federal expressou nesta 2ª feira (20.jul.2026) que o PT encontrará obstáculos significativos para consolidar um novo nome de expressão nacional caso Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não permaneça no comando do Executivo após as próximas eleições.

A declaração ocorreu durante uma live em seu canal no YouTube, momento em que discutia o futuro do espectro político com Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e membro do núcleo econômico da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Para o congressista, o enfraquecimento de lideranças na esquerda é um cenário consolidado que beneficiaria o grupo de direita.

O impacto de uma eventual ruptura na hegemonia petista foi o tema central da conversa. Eduardo Bolsonaro argumentou que a "era nefasta" do atual governo deixará um vácuo que exigirá tempo para ser preenchido por novos quadros. Além das críticas ao PT, o debate focou em propostas de inclusão digital e qualificação profissional, defendidas por seu grupo como alternativas para a gestão pública.

O ex-deputado aproveitou o espaço para questionar a coerência do atual governo, mencionando, como exemplo, a substituição da ministra Rosa Weber no STF por um homem, o que, em sua visão, contradiz o discurso de protagonismo feminino defendido pela legenda. Além disso, o parlamentar comentou o atrito com o Judiciário, citando supostos levantamentos de opinião que apontariam o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal como uma demanda prioritária do eleitorado.

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