TENSÃO NO ORIENTE MÉDIO

Donald Trump afirma que EUA atingiram Irã duramente em resposta a mortes de militares

Donald Trump discursando sobre a situação militar entre Estados Unidos e Irã.
O presidente Donald Trump em declaração após eventos no MetLife Stadium.

Presidente dos EUA justifica novos ataques como homenagem a soldados abatidos na Jordânia e declara controle sobre o Estreito de Ormuz.

Donald Trump afirmou que os Estados Unidos desferiram ataques severos contra instalações militares do Irã, em uma operação intensificada na noite anterior. A declaração foi feita em 20 de julho de 2026, logo após o presidente retornar de uma visita ao MetLife Stadium, em Nova Jersey, onde acompanhou a final da Copa do Mundo.

O chefe do Executivo norte-americano destacou que a ofensiva, que integra uma sequência de nove noites consecutivas de combate, visou degradar quase toda a infraestrutura bélica iraniana. Segundo Trump, a capacidade de resposta do país persa, incluindo o estoque de mísseis e drones, foi reduzida drasticamente a um patamar mínimo de resistência.

A decisão de ampliar o poder de fogo foi justificada como uma medida de represália pela perda de vidas de militares na Jordânia. O presidente sinalizou que o número de vítimas fatais entre as forças norte-americanas pode ser de três soldados, descrevendo-os como grandes patriotas. A ação militar, conforme o relato, serve como uma resposta direta em honra aos militares tombados.

Em um embate retórico, Trump refutou as alegações da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) sobre a soberania no Estreito de Ormuz. Ao contrário do que sustentam as autoridades iranianas, o líder dos Estados Unidos garantiu que o controle estratégico da região permanece sob domínio norte-americano, deslegitimando a influência local do IRGC.

A situação na região segue crítica e sem previsão de trégua. A medida, por ser de natureza militar e de defesa nacional, mantém-se em curso sem necessidade de autorização judicial adicional, enquanto o cenário no Estreito de Ormuz é monitorado por potências globais após relatos de navios em chamas na área.

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