ATAQUE PERTO DA CASA BRANCA
Donald Trump afirma que atirador tinha obsessão pela Casa Branca
Homem armado, com histórico de violência e possível fixação pelo local, foi morto após disparar contra agentes do Serviço Secreto. Um pedestre ficou em estado crítico.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou na noite de sábado, 23 de maio de 2026, que o indivíduo que abriu fogo nas proximidades da Casa Branca possuía um "histórico de violência" e uma "possível obsessão" pela sede do governo americano. A decisão de Trump de comentar o ocorrido imediatamente após o incidente, que culminou com a morte do suspeito em confronto com agentes do Serviço Secreto, visa reforçar a segurança nacional e tranquilizar a população. A relevância desta declaração reside na segurança da residência presidencial e na demonstração de pronta resposta das forças de segurança.
A declaração foi feita pelo presidente na rede social Truth Social. "Agradecemos ao nosso excelente Serviço Secreto e às forças policiais pela ação rápida e profissional tomada esta noite contra um atirador perto da Casa Branca, que tinha um histórico de violência e uma possível obsessão com a estrutura mais querida do nosso país", escreveu Donald Trump.
Entenda o incidente
- Segundo autoridades estadunidenses, o suspeito aproximou-se do lado oeste da Casa Branca por volta das 18h, no horário local, sacou uma arma e efetuou disparos em direção ao complexo presidencial.
- Agentes do Serviço Secreto reagiram de imediato, neutralizando o homem antes que ele pudesse ultrapassar o perímetro de segurança.
- O indivíduo chegou a ser conduzido a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos e morreu após o confronto, conforme confirmado pelo Serviço Secreto.
- Um pedestre que transitava pela área também foi atingido pelos disparos e permanece hospitalizado em estado grave.
- Relatos da imprensa norte-americana indicam que entre 15 e 30 tiros foram ouvidos nas imediações da 17th Street com a Pennsylvania Avenue NW, uma área adjacente ao Edifício Executivo Eisenhower, adjacente à Casa Branca.
Donald Trump encontrava-se no interior da Casa Branca no momento do ataque, participando de reuniões sobre um potencial acordo internacional com o Irã, conforme noticiado pela imprensa americana. O presidente não sofreu ferimentos.
Em sua publicação, o republicano também ressaltou que o episódio evidencia a necessidade de aprimorar as medidas de proteção da residência oficial do presidente dos Estados Unidos. "Este evento demonstra a importância, para todos os futuros presidentes, de termos o espaço mais seguro e protegido do seu gênero já construído em Washington", declarou.
O diretor do Federal Bureau of Investigation, Kash Patel, confirmou o envio de equipes da agência para colaborar nas investigações. A identidade do suspeito ainda não foi divulgada oficialmente pelas autoridades, que afirmam que ele apresentava histórico de problemas de saúde mental.
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