VIOLÊNCIA CRESCE

Criminosos executam homem a tiros e roubam moto na Freguesia

Câmera de segurança registra o momento da execução e roubo de moto na Freguesia, Zona Oeste do Rio.
Homem é executado a tiros e tem moto roubada por criminosos na Freguesia — Foto: Reprodução

Vítima foi morta na madrugada de sábado, 16 de maio de 2026, por volta das 2h30. A DHC apura se o crime foi latrocínio ou execução na Zona Oeste do Rio.

Criminosos executaram um homem a tiros e roubaram sua motocicleta na madrugada de sábado, 16 de maio de 2026, na Estrada de Jacarepaguá, Freguesia, Zona Oeste do Rio. O ato brutal, que ceifou uma vida em um cenário de violência urbana, é agora o foco de uma intensa investigação da Polícia Civil, que apura se a vítima foi alvo de uma emboscada fatal ou um latrocínio. Este caso chocante expõe a vulnerabilidade dos cidadãos diante da criminalidade e o luto de uma família.

Câmeras de segurança registraram o momento aterrador, por volta das 2h30, em que a violência se desenrolou. O motociclista estava parado na calçada, diante de um supermercado, quando dois indivíduos, cada um em sua moto, se aproximaram. Sem hesitar, os agressores desceram dos veículos e abriram fogo impiedosamente contra a vítima. Após os disparos, com a vida do homem já ceifada, eles subtraíram sua motocicleta e desapareceram, deixando para trás o cenário de mais uma tragédia.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) lidera o inquérito e considera a execução como a principal linha de investigação. Os agentes trabalham para desvendar se o homem foi atraído para uma emboscada premeditada. Contudo, outra hipótese igualmente grave, a de latrocínio — roubo seguido de morte —, também é minuciosamente analisada. As autoridades mantêm o nome da vítima em sigilo, respeitando a privacidade e a complexidade do caso.

A Polícia Militar, através de agentes do 18º BPM (Jacarepaguá), foi a primeira a chegar ao local, após acionamento para uma ocorrência de "encontro de cadáver" na Freguesia. Ao confirmarem a presença do corpo, os policiais imediatamente isolaram a área para a chegada da perícia. Posteriormente, o caso foi formalmente encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), unidade especializada que assume a condução da investigação criminal.

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