ACESSO À MORADIA

CMN Amplia Prazo e Reduz Juros para Reformar Casas

Casas coloridas representando o programa habitacional Reforma Casa Brasil.
Imagem de residências que se beneficiam do programa Minha Casa, Minha Vida.

Decisão do Conselho Monetário Nacional beneficia famílias com taxas de 0,82% ao mês e 72 meses para pagar a reforma.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) promoveu, nesta terça-feira, 05 de maio de 2026, uma significativa mudança no programa Reforma Casa Brasil (RCB), vertente do Minha Casa, Minha Vida. A decisão, que visa ampliar o acesso e facilitar a melhoria das moradias para milhares de famílias, estabelece a redução da taxa de juros e o alongamento do prazo de pagamento. Esta medida representa um alívio financeiro direto para os mutuários, tornando o sonho da casa digna mais acessível e real.

Com as novas condições aprovadas pelo CMN, a taxa de juros nominal para os financiamentos cai para 0,82% ao mês, um percentual mais amigável ao bolso do cidadão. Além disso, o tempo para quitar o empréstimo foi estendido consideravelmente, passando de 60 para 72 meses. Essas alterações concretas se traduzem em parcelas menores e mais fôlego para as famílias organizarem suas finanças, impactando diretamente na qualidade de vida e no bem-estar de quem busca transformar sua casa.

Recursos

Os recursos que sustentam o programa Reforma Casa Brasil (RCB) provêm do Fundo Social. Para o ano de 2026, a estimativa orçamentária é robusta, totalizando R$ 24,8 bilhões. No ano anterior, 2025, R$ 10,7 bilhões foram destinados, e destes, R$ 2 bilhões já se encontram sob a gestão da Caixa Econômica Federal, prontos para a imediata operacionalização das linhas de crédito. O colegiado calcula que o alongamento do prazo de pagamento gerará um subsídio de aproximadamente R$ 567 milhões, valor que já está devidamente previsto no Orçamento Federal.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) atua como um importante órgão colegiado na política econômica do país. Ele é presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e conta com a participação do presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, e do ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

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