AGÊNCIA DETERMINA PROIBIÇÃO

Anvisa proíbe suplemento alimentar Glamorous Fire por infrações sanitárias

Logotipo da Anvisa e imagem genérica de suplemento alimentar.
Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou o recolhimento e proibição do suplemento alimentar Glamorous Fire.

A Anvisa determinou nesta quarta-feira, 17 de junho de 2026, o recolhimento e proibição de comercialização do suplemento alimentar Glamorous Fire. A decisão atende a infrações sanitárias e alegações terapêuticas sem autorização.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou nesta quarta-feira, 17 de junho de 2026, o recolhimento do suplemento alimentar em cápsulas da marca Glamorous Fire. A proibição abrange a fabricação, distribuição, comercialização e o consumo do produto, que apresenta infrações às normas reguladoras e tem origem desconhecida.

A medida, publicada no Diário Oficial da União, surge após a constatação de que o suplemento é produzido por uma empresa de procedência ignorada. Além disso, o produto era divulgado em um site com alegações de efeitos terapêuticos, como o controle do açúcar no sangue e a redução do estresse e da ansiedade, sem a devida autorização para tais publicidades.

As irregularidades identificadas infringem a legislação vigente, incluindo os artigos 10, 21, 23, 41, 45, 46 e 48, incisos II e III, do Decreto-Lei nº 986, de 21 de outubro de 1969. As infrações também se enquadram nos artigos 6, 7 e 29 da Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 727, de 1° de julho de 2022, em conformidade com o inciso XV do artigo 7º da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999.

A decisão da Anvisa visa proteger a saúde pública, garantindo que produtos comercializados atendam aos rigorosos padrões de segurança e eficácia. A falta de informação sobre a origem e a fabricação, somada às promessas de benefícios terapêuticos sem comprovação, configura um risco potencial à dignidade e bem-estar dos consumidores.

A CNN Brasil buscou contato com a empresa Glamorous Fire para obter um posicionamento sobre a decisão, mas aguarda retorno. O espaço permanece aberto para manifestações.

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