ALÍVIO NEGADO

Alckmin revela: Rio e Rondônia recusam subsídio do diesel

Geraldo Alckmin em entrevista sobre diesel e subsídios governamentais
Vice-presidente Geraldo Alckmin durante coletiva sobre a proposta de subvenção ao diesel importado, em Brasília. | Sérgio Lima/Poder360 - 2.abr.2026

Proposta federal para atenuar impacto da guerra no Oriente Médio, com R$ 1,20/litro, não será aplicada nestes estados. Outros 22 já aderiram.

Nesta quinta-feira, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), anunciou que os estados do Rio de Janeiro e de Rondônia optaram por não aderir à proposta federal de subvenção para empresas importadoras de diesel. A medida, que busca aliviar o impacto da guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis no Brasil, já conta com a adesão de 22 outras unidades da Federação, gerando preocupação sobre os custos de transporte e o bolso dos consumidores nas regiões que recusaram o acordo.

Durante um café com jornalistas na sede do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), em Brasília, Alckmin detalhou a situação. Ele revelou que, enquanto a maioria dos estados avançou na pauta, outros três ainda devem apresentar sua resposta final até sexta-feira, 3 de abril de 2026. As negociações, lideradas pelo Ministério da Fazenda, seguem em andamento, e a lista completa dos estados aderentes ainda não foi divulgada oficialmente, aguardando a definição total para a publicação de uma medida provisória.

Geraldo Alckmin em entrevista sobre diesel e subsídios governamentais
Vice-presidente Geraldo Alckmin durante coletiva sobre a proposta de subvenção ao diesel importado, em Brasília. | Sérgio Lima/Poder360 - 2.abr.2026

A proposta de subvenção para o diesel importado foi divulgada pelo governo federal e pelos estados na terça-feira, 31 de março, após ser apresentada em uma reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), realizada em São Paulo na quinta-feira, 27 de março, sob a presidência do Ministério da Fazenda.

O objetivo é claro: atenuar os efeitos da instabilidade geopolítica no Oriente Médio sobre o mercado nacional. O plano prevê uma isenção total de R$ 1,20 por litro de diesel. Desse montante, R$ 0,60 serão cobertos pelo governo federal, enquanto os outros R$ 0,60 ficarão a cargo dos governos estaduais, com a contrapartida proporcional ao volume de diesel consumido em cada unidade da Federação. Este subsídio excepcional e temporário terá vigência de até dois meses, conforme o texto oficial (PDF-235kB), que já indicava a adesão positiva de "mais de 80% dos Estados".

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ALÍVIO NEGADOAlckmin revela: Rio e Rondônia recusam subsídio do diesel52Proposta federal para atenuar impacto da guerra no Oriente Médio, com R$ 1,20/litro, não será aplicada nestes estados. Outros 22 já aderiram.
CUSTO DO DIESELDecisão federal: Rio e Rondônia ficam sem subvenção do diesel58Vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou a não adesão. Acordo federal aliviaria R$ 1,20 por litro para motoristas e transportadoras.
SEM DESCONTODiesel: Rio e Rondônia não aderem a acordo de subvenção57Medida, que prevê R$ 1,20 de desconto por litro, busca atenuar efeitos da guerra. Negociações seguem para outros três estados.

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