VIOLÊNCIA EM ESCOLA

Adolescente de 15 anos tem maxilar e dentes quebrados após agressão em frente à Escola Municipal Raphael Almeida Magalhães no Rio

Adolescente sofrendo agressão física em frente a uma escola
Adolescente é agredida em frente a escola na zona oeste do Rio de Janeiro. (Foto: Ilustrativa/Reprodução)

A vítima foi agredida na saída da Escola Municipal Raphael Almeida Magalhães, em Jardim Bangu, zona oeste do Rio. Agressora já havia trocado de turma e foi transferida após o ataque. Caso é investigado e comunidade escolar recebe apoio.

Adolescente sofre agressão violenta após sair da escola no Rio

Uma adolescente de 15 anos sofreu agressão física severa, resultando em fraturas no maxilar e perda de dentes, ao ser atacada na saída da Escola Municipal Raphael Almeida Magalhães, localizada em Jardim Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro. A decisão de expor a gravidade do ocorrido, registrada na terça-feira, 19, visa alertar sobre a violência que afeta o ambiente escolar e a segurança dos jovens. O motivo da agressão, que já vinha sendo precedida por perseguição há seis meses, conforme relatos da família, evidencia falhas na proteção estudantil. Isso importa pois a escola, um espaço de aprendizado e convivência, tornou-se palco de um ato de extrema violência, comprometendo a integridade física e psicológica da vítima e gerando apreensão na comunidade.

Imagens que circulam em redes sociais mostram outra estudante, sem uniforme, atacando a vítima com socos e chutes após puxões de cabelo, culminando com a jovem no chão. A família da adolescente agredida já havia comunicado a escola sobre a perseguição contínua, que se estendia por pelo menos seis meses.

O caso foi oficialmente registrado na 34ª DP (Bangu) na terça-feira, 19 de maio de 2026. A estudante agredida recebeu atendimento no Hospital Municipal Albert Schweitzer. A Secretaria Municipal de Saúde informou que a jovem passou por exames de imagem detalhados e foi avaliada por uma equipe multidisciplinar, recebendo alta médica após um período de observação.

Em resposta ao ocorrido, a Secretaria Municipal de Educação declarou que a aluna apontada como agressora já havia sido transferida de turma anteriormente e, após o ataque, foi remanejada para outra unidade escolar. A pasta também repudiou veementemente qualquer forma de violência, dentro ou fora do ambiente escolar, assegurando que a vítima e seus familiares estão recebendo acompanhamento e acolhimento. Uma sindicância interna foi instaurada para apurar os fatos, e o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar.

“A rede municipal mantém ações permanentes de prevenção à violência e ao bullying por meio do Núcleo Interdisciplinar de Apoio às Escolas (NIAP), formado por equipes de psicólogos, assistentes sociais e pedagogos. Esses profissionais estiveram na escola na quarta-feira, 20, oferecendo suporte e orientação à comunidade escolar”, comunicou a Secretaria Municipal de Educação, reforçando o compromisso com o bem-estar estudantil.

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