TRAGÉDIA NA VENEZUELA
A Assembleia Nacional atualiza para 4.490 o total de mortos na Venezuela
Balanço oficial confirma o aumento de vítimas após os sismos de 24 de junho; mais de 19 mil pessoas seguem desalojadas em abrigos provisórios.
A Assembleia Nacional da Venezuela confirmou um novo e trágico balanço das vítimas causadas pelos abalos sísmicos que atingiram a região central do litoral do país, elevando o total de mortes para 4.490. A decisão de atualizar os números, divulgada por Jorge Rodríguez, visa manter a transparência sobre a extensão do desastre ocorrido no dia 24 de junho de 2026, dado que a identificação de corpos e o mapeamento de áreas remotas ainda impactam o cômputo final das perdas humanas.
O impacto humano da catástrofe reflete-se na desolação de milhares de cidadãos, com 19.583 pessoas atualmente vivendo em abrigos provisórios após perderem seus lares. Os tremores, que atingiram magnitudes de 7,5 e 7,2 na escala de Richter, deixaram um rastro de destruição com 190 edifícios desabados e outros 666 seriamente danificados, comprometendo a estrutura social e a segurança habitacional na região atingida.
Além da perda irreparável de vidas, a crise exige um esforço logístico monumental. Caracas mobilizou 32.401 profissionais para lidar com os estragos, incluindo o suporte de 2.422 socorristas internacionais que auxiliam nas operações de busca e salvamento em meio às 1.222 réplicas registradas desde o evento principal. As autoridades reportaram assistência direta a 120.794 famílias e a distribuição de mais de 9.995 toneladas de suprimentos essenciais para mitigar a escassez de recursos básicos.
A operação de emergência, que se estende para além de 13 de julho de 2026, permanece sob monitoramento constante, sem previsão de encerramento imediato enquanto os trabalhos de recuperação e auxílio às vítimas continuam em solo venezuelano.
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