Veja quem eram os tripulantes do submarino ARA San Juan encontrado um ano após o desaparecimento
VEJA QUEM SÃO OS 44 TRIPULANTES DO SUBMARINO ARA SAN JUAN. (FOTO: REPRODUÇÃO/TWITTER-LOS 44 DEL ARA SAN JUAN)
O submarino argentino ARA San Juan foi encontrado um ano após seu desaparecimento no Oceano Atlântico após comunicar uma avaria, possivelmente por causa de uma explosão a bordo, informaram neste sábado (17) o Ministério da Defesa e a Marinha da Argentina.
A embarcação, que implodiu por conta da pressão da água, está em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a cerca de 900 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia, onde se tinha montado o centro de operações durante a busca. O local é o mesmo onde há um ano foi identificada uma "anomalia hidroacústica" semelhante a uma explosão.
Veja quem são os 44 tripulantes do submarino.
Nascido em Tucumán, no noroeste do país, Fernández era o comandante do submarino. Aos 45 anos, era casado e pai de três filhos. Depois de terminar o ensino fundamental, decidiu seguir carreira militar até alcançar o posto de capitão, segundo o diário "La Nación". Vive em Mar Del Plata desde 2015. Em entrevista ao jornal “La Gaceta”, sua mãe Emma Nelly Juárez, de 80 anos, disse que Fernández lhe havia contado que depois dessa viagem permaneceria trabalhando em terra.
Aos 32 anos, era cabo principal, casado e tem duas filhas. Nascido em Salta, no noroeste argentino, Arjona também vivia com sua família em Mar del Plata há dez anos.
Primeira mulher tripulante de um submarino argentino, a tenente tinha 35 anos e era natural da província argentina de Misiones, no nordeste do país. Além de ocupar o cargo histórico, é a única mulher a bordo. Esse era o primeiro ano de trabalho de Eliana, informa a agência AFP.
Sérgio era natural de Salvador Mazza, em Pocitos. Tinha a patente de cabo principal e ocupava o posto de eletricista. Era casado com María Laura e pai de um menino.
Nascido na província argentina de Concordia, no Nordeste do país, começou sua carreira em uma escola técnica e vivia em Mar del Plata.
Segundo a imprensa argentina, Fernando Santilli nasceu em Mendoza mas vivia em Palmira. Sua irmã, Giselle Santilli, disse ao portal "Tiempo del Este" que o primeiro destino do irmão na Marinha foi um barco em Bahía Blanca, mas desde que foi transferido para Mar del Plata, ele integrava a tripulação do ARA San Juan.
Sua mulher, Jessica, contou no Twitter que o companheiro era um "pai maravilhoso".
Chefe de maquinário do ARA San Juan, trabalhava no navio havia nove anos. Natural de General Alvear, em Mendonza, era casado.
Frederico tinha 27 anos e era maquinista do submarino havia um ano. Era um dos tripulantes mais jovens grupo. Nasceuna cidade de El Volcán, na província de San Luis, na região central do país.
Com uma carreira de 13 anos nas Forças Armadas, tinha 36 anos. Natural de Sierra Grande, na província argentina de Rio Negro, vivia com a esposa e um filho de oito anos em Mar del Plata, segundo informa o "La Nación".
Natural da província de Tucumã, vivia em San martín. Era casado e tinha dois filhos pequenos.
Residente de Mar del Plata, Bergallo tinha uma filha. Seu pai, Jorge Bergallo, foi comandante do submarino ARA San Juan. Ao jornal argentino "La Nación", ele se disse “orgulhoso que seu filho tenha escolhido essa profissão” e disse durante as buscas que toda a tripulação está cheia de “pessoas serenas e excelentes profissionais”.
Tenente, Villareal nasceu na província de Ushuaia onde cresceu e iniciou sua carreira militar. Vivia em Mar del Plata com sua esposa e filho.
Oriundo de Atocha, na província de Salta, mudou-se para Buenos Aires onde terminou o ensino médio. Em seguida, alistou-se nas Forças Armadas e, desde então, vivia com a mulher e os dois filhos em Mar del Plata.
Tinhas 38 anos, era casado e tinha três filhos. Natural de Olavarría, vivia em Mar del Plata com a famíia.
Natural de Córdoba, Maroli tinha 37 anos e entrou para a Marinha em 2002. Além disso, era formado em Recursos Humanos.
Tinha 32 anos e era natural da província de San Juan. Planejava se casar no início de 2018.
Integrante da tripulação havia 5 anos, tinha 33 anos. Natural da província de Jujuy, vivia em Mar del Plata, onde iniciou os estudos para iniciar carreira como tripulante.
Também natural de Jujuy, vivia em Mar del Plata havia cinco anos. Após encerrar os trabalhos na atual expedição, tinha planos de voltar à cidade natal para passar as festas di final de ano com a família.
Segundo informações do jornal "Clarín", Adrián tinha 32 anos e trabalhava como Tenente do Navio. Era casado com Micaela Velasco, com quem tinha dois filhos: Manuel, de 2 anos, e Malén, de 6.
Tinha 47 anos e era o suboficial principal. Morava em Mar del Plata com a família e era torcedor fanático do time Boca Juniors.
Primeiro suboficial da embarcação, Walter tinha 43 anos. Aos 17, ingressou na Escola de Mecânica da Armada. Pediu transferência para Punta Alta por ser apaixonado pela ideia de ser tripulante de um submarino. Nascido em Pinamar, era pai de um menino.
Segundo suboficial, Caetano era de Angaco, província de San Juan, mas vivia há muitos anos em Mar del Plata. Tinha 45 anos, era casado e tinha dois filhos.
Celso ocupava o posto de segundo suboficial do submarino. Era casado com Paola Costantini e tinha três filhos: Thiago, de 2 anos, Guadalupe, de 8, e Sofía, de 11.
Segundo suboficial da embarcação, Hugo tinha 39 anos e integrava a divisão de controle de tiro do submarino. Mais velho entre sete irmãos, era casado e tinha uma filha adolescente. Era natural de Palpalá, mas morava em Mar del Plata.
Natural de Las Margaritas, em Salta, ocupava o posto de segundo suboficial do submarino. Víctor tinha 37 anos, era casado e pai de duas meninas. Uma de 5 e outra de 11 anos.
Vitor era enfermeiro na embarcação. Nascei em Libertador, em Jujuy.
Nascido em San Juan, Ricardo tinha 37 anos e vivia com sua mulher e o filho em Mar del Plata. Trabalhava no submarino há quatro anos e ocupava o posto na cozinha da embarcação.
Ocupava o posto de segundo suboficial e morava em Mar del Plata junto com sua mulher, Natália. Daniel era pai de duas meninas: Sofia, de 3 anos, e Isabella, de 5.
Nascido em San Juan, tinha 38 anos e sonhava em trabalhar em um submarino desde a infância. Por isso, aos 14 se transferiu para Mar del Plata para fazer parte da Armada. Já havia integrado a tripulação de outras embarcações. Na maioria das expedições, era o cozinheiro do grupo.
Jorge era o cabo principal da embarcação. Casado com Jaqueline, era pai de uma menina, a quem chamava de “orgulho da família”.
Jorge tinha 33 anos e ocupava o posto de Cabo principal. Cresceu em Hipólito Yrigoyen, em Salta, mas vivia em Mar del Plata. Era pai de uma menina.
Integrava a equipe que comandava o radar do submarino. Cristian era natural de San Ramón de la Nueva Orán, em Salta. Era casado e tinha uma filha.
Integrava a tripulação do submarino havia cinco anos. Tinha 33 anos e era pai de uma menina de 5. Em Mar del Plata, onde morava, se formou no curso de submarinista. Era natural de Jujuy.
Nascido em Posadas, era o mais velho de três irmãos. Jorge era casado com Griselda e pai de Thiago. No submarino, trabalhava no setor elétrico e de motores.
Hugo nasceu em Jujuy, tinha 33 anos e em 2011 participou da viagem de instrução dos aspirantes da Marinha.
Nascido em Salta, deixou sua terra natal em 2007 para ingressar a Armada Argentina. Vivia em Miramar e tinha duas filhas. Na embarcação, exercia a função de técnico eletricista.
David nasceu em El Bobadal, em Santiago del Estero, mas vivia em mar del Plata. Tinha oito irmãos e estava na Armada Argentina desde os 22 anos. Estava com 30 anos quando ingressou na embarcação.
Germán tinha 40 anos e era Cabo principal. Trabalhou no complexo naval Tandanor entre 2008 e 2014. Natural de Santa Fe, era casado com Itatí Leguizamón.
Nasceu em Jujuy, mas vivia em Mar del Plata. Era casado com Verónica Lazarte e tinha três filhas. Daniel era Cabo principal.
Tinha 28 anos e integrava a Marinha Argentina há sete anos. Havia se casado recentemente com Marisa, integrante da Armada Argentina. Leandro se especializou em imersão para poder integrar a tripulação do ARA San Juan. Já havia realizado diversas viagens no submarino.
Tinha 28 anos e era de Capilla del Señor, província de Buenos Aires. Era mecânico de sistemas.
Anibal era natural de Jujuy e tinha o cargo de Primeiro Cabo de Operações.
Enrique era Cabo e morava em Mar del Plata junto a sua mulher, Anabela Aguirre. Era pai de uma menina.
G1
Gostou desta notícia?
Entre no nosso grupo do WhatsApp!
Receba as principais notícias em primeira mão, direto no seu celular. É grátis!
📲 Quero entrar no grupo
Comentários (0)
Deixe seu comentário