ATENTADO EM MOSSORÓ
Senador Rogério Marinho pede proteção policial para vereador Cabo Deyvison após atentado em Mossoró
Rogério Marinho (PL) solicita escolta policial para vereador Cabo Deyvison e familiares após ataque que vitimou assessor. Decisão visa garantir a integridade e o exercício do mandato diante de ameaça concreta.
O senador Rogério Marinho (PL), presidente estadual do Partido Liberal no Rio Grande do Norte, solicitou, nesta terça-feira, 16/06/2026, à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte que sejam tomadas medidas de proteção policial para o vereador Cabo Deyvison (PL). O pedido ocorre após o atentado ocorrido na noite de segunda-feira (15), em Mossoró, que vitimou o assessor Allysson Diego e deixou o vereador ferido.
Em ofício encaminhado ao secretário Coronel Araújo, o parlamentar pediu prioridade máxima na investigação do crime. Rogério Marinho sustenta que o episódio alcança dimensão institucional e que a gravidade dos fatos exige uma resposta imediata do Estado para garantir a integridade física de Cabo Deyvison. A morte do assessor, segundo o documento, evidencia a necessidade de ações preventivas contra novas investidas criminosas.
A solicitação fundamenta-se nos artigos 5º e 144 da Constituição Federal, que asseguram o direito à vida e definem a segurança pública como dever do Estado. O pedido inclui a "imediata e ininterrupta disponibilização de escolta policial" para o vereador e, se necessário, para seus familiares, após avaliação técnica.
"A situação narrada transcende a violência comum; trata-se de um atentado letal que atingiu o núcleo de trabalho de um representante do Poder Legislativo municipal, configurando um ataque direto ao Estado Democrático de Direito", afirmou Rogério Marinho em trecho do ofício. Ele acrescentou que a proteção de autoridades sob ameaça concreta é "medida cautelar indispensável para assegurar a continuidade da representação popular sem a coerção do medo e da violência".
Cabo Deyvison, pré-candidato a deputado federal, foi alvo de um atentado a tiros em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Alto de São Manoel, em Mossoró, enquanto realizava uma transmissão ao vivo nas redes sociais com Allysson Diego.
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