ALERTA SANITÁRIO

Sesap confirma três novos casos de Mpox no Rio Grande do Norte

Equipe de saúde em ambiente hospitalar, simbolizando a vigilância contra o vírus Monkeypox no RN.
Profissionais de saúde prontos para monitorar e atender casos de Mpox no Rio Grande do Norte.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública monitora pacientes em Natal e São Gonçalo do Amarante, reforçando protocolos de vigilância.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) confirmou na quarta-feira, 22 de abril de 2026, o registro de três novos casos de Monkeypox (Mpox) no Rio Grande do Norte. A medida, que eleva o total de ocorrências no estado, reforça a necessidade de vigilância constante e mobiliza as equipes de saúde para monitorar de perto a evolução da doença, buscando proteger a dignidade e a saúde pública dos cidadãos potiguares.

Os novos pacientes, dois em Natal e um em São Gonçalo do Amarante, estão sob acompanhamento das equipes de seus municípios, seguindo os protocolos sanitários. Por apresentarem quadros leves, os três indivíduos recebem monitoramento em suas residências, um alívio que permite a recuperação no conforto do lar, mas com a devida cautela para evitar a propagação do vírus.

A Sesap mantém um rigoroso monitoramento, baseado em uma Nota Técnica que orienta a notificação imediata de qualquer caso suspeito. A iniciativa visa a rápida identificação e isolamento, garantindo que o paciente receba o suporte necessário e que a cadeia de transmissão seja interrompida. Para situações que exigem internação, os hospitais Giselda Trigueiro, em Natal, e Rafael Fernandes, em Mossoró, estão preparados para acolher os pacientes, oferecendo o cuidado especializado indispensável.

Ao chegar a uma unidade de saúde, caso seja classificado como suspeito, o indivíduo é imediatamente orientado sobre sua condição clínica e encaminhado para uma área de isolamento. Essa medida preventiva é crucial: as lesões de pele em áreas expostas devem ser cuidadosamente protegidas com vestimentas adequadas, como lençóis, roupas ou aventais de mangas longas, para resguardar tanto o paciente quanto a comunidade de um possível contágio.

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