Ataque

Gleisi Hoffmann acusa opositores de trair a pátria

Gleisi Hoffmann discursando, política brasileira, PT-PR.
A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) em evento oficial.

A deputada federal do PT-PR, Gleisi Hoffmann, mirou Ronaldo Caiado, Tarcísio de Freitas e a família Bolsonaro em mensagem no Dia de Tiradentes, 21 de abril de 2026, criticando o apoio a um “tarifaço” e à exploração de terras raras por estrangeiros.

A deputada federal e ex-ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais Gleisi Hoffmann (PT-PR) declarou, nesta terça-feira, 21 de abril de 2026, no Dia de Tiradentes, que figuras da oposição como Ronaldo Caiado (PSD-GO), Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e a família Bolsonaro são "traidores da pátria". A forte acusação, feita em seu perfil no X, critica o suposto apoio desses políticos a um "tarifaço" e à exploração de terras raras por estrangeiros, um posicionamento que, na visão da parlamentar, compromete a soberania nacional e o futuro econômico do país, especialmente em um momento de acalorada discussão sobre os recursos brasileiros.

Gleisi Hoffmann não poupou palavras ao afirmar: “No Dia de Tiradentes vamos reafirmar que o Brasil e o povo brasileiro são muito maiores que os Bolsonaros, Caiados e Tarcísios, traidores da pátria que aplaudiram o tarifaço e querem entregar nossas terras raras ao estrangeiro”. A fala ressoa a memória do mártir da Inconfidência, Tiradentes, que sonhava com um Brasil independente e dono de suas riquezas.

Para a parlamentar, a maior homenagem ao "herói da Inconfidência é fortalecer a defesa da soberania nacional, das empresas do povo brasileiro e do nosso patrimônio natural e tecnológico". Ela contrastou essa visão com o exemplo de Tiradentes, "condenado e executado por sonhar com um Brasil senhor de seu destino e suas riquezas".

A deputada, que deixou a chefia da Secretaria de Relações Institucionais em 31 de março de 2026 – cargo agora ocupado por José Guimarães (PT-CE) – para concorrer ao Senado pelo Paraná, defendeu a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ela, Lula "vem liderando, ao retomar o papel estratégico da Petrobrás e do BNDES no desenvolvimento do país, ao propor tratamento igualmente estratégico para a exploração de terras raras, ao defender nossas exportações e nosso PIX contra interferências indevidas do governo dos EUA".

A declaração de Gleisi Hoffmann intensifica o debate político sobre a gestão dos recursos nacionais e a postura do Brasil no cenário internacional, ao invocar um simbolismo histórico para criticar a oposição.

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