Em propaganda, Alckmin adere ao #EleNão e tenta conquistar voto feminino

CAMPANHA DE ALCKMIN CONTRA BOLSONARO E PT (GERALDO ALCKMIN/REPRODUÇÃO) O 12º vídeo da campanha do ex-governador de São Paulo e candidato ao Planalto, Geraldo Alckmin (PSDB), apelou para uma estratégia de combate contra Jair Bolsonaro (PSL): conquistar o voto das mulheres. Veiculada na noite de terça-feira (25), durante o horário eleitoral obrigatório, a propaganda reúne todas as frases polêmicas, de teor homofóbico e machista, já faladas pelo candidato do PSL. “Escolhas fazem parte da vida, e uma escolha que a gente faz hoje, pode ter efeito na nossa vida por muito tempo. Se você é mulher, como eu, tem ainda mais motivos para dar muita atenção à escolha que vai fazer. É preciso ter cuidado, para não escolher quem trata mulheres assim”, afirma um dos trechos do vídeo. Logo depois dessa fala, entram partes de vídeos em que Bolsonaro ofende mulheres, como o episódio com a deputada Maria do Rosário (PT), em 2003. O ataque hacker à página do Facebook “mulheres unidas contra Bolsonaro” é citado pela narradora da propaganda, com o objetivo de desqualificar os eleitores do ex-militar. O vídeo também fala sobre o apoio de neonazistas ao candidato. A estratégia adotada pelo tucano, que não tem crescido nas últimas pesquisas eleitorais, é convencer as mulheres que rejeitam o candidato pesselista e que também não querem votar no PT. O índice de rejeição ao capitão da reserva do Exército subiu a 50% entre o eleitorado feminino, mesmo internado após ser esfaqueado.   Exame

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