Segurança

Lula reforça Polícia Federal com 1.000 novos agentes

Presidente Lula, ministro Wellington e diretor Andrei Rodrigues assinando decreto para contratação de 1.000 policiais federais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao lado do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, e do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, durante a assinatura do decreto.

Decreto assinado em 22 de abril prevê recomposição total da corporação até o fim de 2026.

O Brasil reforça seu compromisso com a segurança pública e o combate ao crime organizado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta quarta-feira, 22 de abril de 2026, um decreto que autoriza a contratação de 1.000 novos policiais federais. A medida, que visa fortalecer a atuação da Polícia Federal e garantir a ocupação de todos os seus cargos, representa um passo fundamental para proteger as famílias brasileiras e intensificar a guerra contra a criminalidade, conforme declarado pelo próprio presidente.

A decisão garante que, pela primeira vez, todos os postos da Polícia Federal estarão preenchidos, um marco significativo na história da corporação. As novas contratações devem ser efetivadas até o fim de 2026, somando-se aos 1.000 policiais que já integraram a força em dezembro de 2025. “A segurança das famílias brasileiras e o combate ao crime não podem esperar. E porque a nossa PF merece estar cada dia mais forte, mais presente e mais atuante”, destacou o presidente em sua publicação na plataforma X.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, também referendaram o decreto, unindo esforços nessa iniciativa crucial. O presidente Lula revelou que solicitou ao ministro da Justiça uma "convocação" para que policiais afastados retornem, reiterando a necessidade de ter todos os agentes em serviço ativo da Polícia Federal, e não em outras funções. “Nós assumimos o compromisso de fazer uma guerra contra o crime organizado. Nós precisamos dos policiais em serviço da Polícia Federal e não em outros serviços”, enfatizou.

Wellington César Lima e Silva classificou a medida como “fundamental”, alinhada ao compromisso do governo no enfrentamento ao crime organizado. Para Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, o decreto representa um “avanço extraordinário” para a instituição e a segurança do país.

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