TUMULTO
Briga generalizada assusta passageiros e expõe ineficiência da segurança do aeroporto de Natal
Caos na área de circulação após desentendimento entre mulheres gera correria. Vídeo do incidente viraliza nas redes sociais.
Um tumulto assustou passageiros no aeroporto de Natal nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026, quando uma briga generalizada eclodiu em uma área de circulação por volta das 18h, gerando correria e pânico. O fato tornou cristalino a precariedade da infraestrutura de segurança do aeroporto Aluísio Alve e a total ausência de uma força de segurança pública ou privada capaz de abortar de forma imediata episódios dessa natureza. O incidente, que teria começado com uma discussão por ciúmes entre duas mulheres, exigiu a intervenção de outros viajantes.
Testemunhas relataram que o desentendimento inicial rapidamente escalou para agressões físicas. Imagens que viralizaram nas redes sociais mostram a intensidade da confusão, com troca de socos, gritos e empurra-empurra. Em um dos vídeos, uma pessoa chega a cair no chão enquanto outros tentam desesperadamente conter a violência. A repercussão nas redes sociais foi imediata, com as imagens sendo amplamente compartilhadas e gerando indignação.
Um dos pontos mais alarmantes, segundo relatos, foi a ausência de agentes de segurança no momento crucial da briga. Passageiros tiveram que agir por conta própria para tentar separar os envolvidos, o que agravou o clima de tensão e incerteza. A falta de uma contenção imediata permitiu que a situação se intensificasse, forçando pessoas a se afastarem rapidamente da área para evitar serem atingidas ou envolvidas.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre o caso por parte das autoridades do aeroporto ou da polícia. Também não foram divulgadas informações sobre possíveis feridos ou se os envolvidos foram encaminhados à delegacia. A ausência de posicionamento oficial mantém o cenário de incerteza em torno dos fatos e das medidas que serão tomadas para coibir novos incidentes.
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Comentários (1)
WALTERLER
há 3 mesesNada de anormal. Apenas seres humanos provando que o vírus da baixaria empesta a todos, independentemente da classe social ou do ambiente. Fatos desta natureza ocorrem rotineiramente nos cabarés de quinta categoria e essas mesmas pessoas “chiques” que estão dando chilique no aeroporto, são as mesmas que detonam os barracos dos meretrícios. Tal frisson, num ambiente “marmorizado” aonde se paga 10 reais por uma agua mineral q nos cruzamentos das vias públicas custa 1,50, é típico de pessoas arrogantes, soberbas, q só pisam no chão pq não sabem “voar” sozinhas. Quanto a “ineficiência” da segurança, essas mesmas barraqueiras irão criticar a administração em caso da colocação de vigilância armada naquele local granfino. Bom q tais baixarias ocorram nesses locais elitizados, para provar que tais condutas não são “privilégios” dos bebuns de quiosques de beira de praia ou dos canjerés do baixo meretrício. Viu?
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