COMBATE AO TERROR

Rubio aponta esquerda radical como principal articuladora do terrorismo

Marco Rubio discursa em evento sobre o combate ao terrorismo em 16 de julho de 2026.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, durante reunião ministerial sobre terrorismo.

Em reunião ministerial, secretário de Estado vincula grupos extremistas ao ódio à civilização ocidental e anuncia cooperação internacional contra redes transnacionais.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, classificou nesta quinta-feira, 16/07/2026, a esquerda radical como a origem de uma nova e crescente onda de terrorismo político. A declaração foi feita durante a Reunião Ministerial sobre o Ressurgimento do Terrorismo Político, onde o representante americano associou ideologias como o marxismo e o anarquismo a um padrão de violência que visa desestabilizar os valores fundamentais do Ocidente.

Para o secretário, a violência política não é uma ferramenta de idealismo, mas uma manifestação de ressentimento. Segundo Rubio, os grupos extremistas são movidos pela incapacidade de construir ou criar, optando por destruir infraestruturas e símbolos de progresso como forma de impor frustrações à sociedade.

Durante o evento, que reuniu autoridades de mais de 60 países, a autoridade destacou que a ameaça é transnacional e interconectada. Rubio afirmou que militantes operam em redes que ignoram fronteiras nacionais, compartilhando financiamento, treinamento e alvos. O discurso sublinhou que, ao contrário da percepção pública comum, essas ações representam um ataque direto à dignidade e à segurança dos cidadãos em diversas nações.

No âmbito da resposta governamental, o secretário reforçou o compromisso dos Estados Unidos em desarticular essas células. Entre as medidas citadas, destacam-se a designação de grupos de extrema-esquerda como organizações terroristas estrangeiras e a criação de programas de recompensa por informações sobre o financiamento dessas redes. A estratégia prevê ainda o compartilhamento de inteligência entre nações parceiras para mapear e desmantelar a infraestrutura desses movimentos.

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