ACORDO HISTÓRICO

EUA mediam cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia

Imagem de arte digital com os líderes Trump, Putin e Zelenskyy, simbolizando o acordo de cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia.
Representação artística colorida dos presidentes Donald Trump, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky. Crédito: Metrópoles

Donald Trump confirma trégua de três dias (9 a 11 de maio) e troca de 1.000 prisioneiros por lado.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira, 08/05/2026, um cessar-fogo de três dias entre Rússia e Ucrânia, mediado pelo governo norte-americano. A decisão, que entrará em vigor entre os dias 9 e 11 de maio, prevê também a aguardada troca humanitária de mil prisioneiros de guerra de cada país, acendendo uma chama de esperança para milhares de famílias afetadas pelo conflito.

"Este pedido foi feito diretamente por mim e agradeço imensamente a concordância do presidente Vladimir Putin e do presidente Volodymyr Zelenskyy. Espero que este seja o começo do fim de uma guerra longa, mortal e árdua", declarou Trump em sua rede social, sublinhando a importância do momento. O mandatário dos EUA ainda reforçou que as negociações para uma paz duradoura estão progredindo, afirmando: "Estamos cada vez mais perto de uma solução."

A iniciativa acontece em uma data simbólica para ambos os lados: o Dia da Vitória, celebrado na Rússia e também relevante para a Ucrânia, que desempenhou um papel significativo na Segunda Guerra Mundial. Esta coincidência ressalta a dimensão histórica e a urgência de um alívio humanitário.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou o acordo de trégua em sua conta no X. "Hoje, no âmbito do processo de negociações com a mediação do lado americano, obtivemos o consentimento da Rússia para realizar uma troca de prisioneiros de guerra, no formato 1.000 por 1.000. Além disso, deve ser estabelecido um regime de cessar-fogo em 9, 10 e 11 de maio. A Ucrânia trabalha, de forma consistente, para o retorno de suas pessoas do cativeiro russo. Orientei nossa equipe a preparar operativamente tudo o que for necessário para a troca", detalhou Zelensky, evidenciando o comprometimento ucraniano com a repatriação de seus cidadãos.

Até o momento da publicação desta reportagem, a Rússia não se manifestou oficialmente sobre o acordo, mantendo um silêncio que aguça as expectativas sobre a confirmação de sua parte. A expectativa global agora se volta para a concretização dessas medidas, que podem representar um marco crucial para a dignidade humana e o futuro da região.

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