INVESTIGAÇÃO CONTRA BOLSONARO

Flávio Bolsonaro classifica operação como "cortina de fumaça"

Flávio Bolsonaro em uma transmissão ao vivo.
Senador Flávio Bolsonaro em transmissão ao vivo no YouTube, onde fez as declarações sobre a operação.

Senador alega que ação policial busca "dividir o noticiário" e que reviravolta em sua casa gerou impacto na filha mais nova. Ministro Alexandre de Moraes defende necessidade da medida.

O senador e pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), declarou nesta quarta-feira, 08/07/2026, que a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi uma “cortina de fumaça”. Em sua avaliação, a ação ocorreu em um momento em que o ex-presidente está nos EUA, buscando reverter tarifas norte-americanas, e que a operação visa “dividir o noticiário com coisas negativas”. As declarações foram feitas durante uma transmissão no YouTube.

Flávio Bolsonaro criticou a condução da investigação, afirmando que “não tem mais boa-fé por parte de quem está nos acusando” e que “nem o princípio de presunção de inocência funciona para o presidente Bolsonaro”. Ele relatou que os agentes policiais “reviraram tudo” na casa, chegando a retirar a filha mais nova do ex-presidente, Laura, do quarto, e que, segundo sua percepção, nada foi encontrado.

A decisão de buscar e apreender bens na casa do ex-chefe do Executivo, em Brasília, foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Segundo a decisão do ministro (PDF – 152 kB), a defesa do ex-presidente apresentou dados divergentes sobre armamentos em sua residência. Moraes argumentou que essas inconsistências tornaram a busca “imprescindível” para assegurar a ausência de mais armas no local.

Flávio Bolsonaro criticou a condução da investigação, afirmando que “não tem mais boa-fé por parte de quem está nos acusando” e que “nem o princípio de presunção de inocência funciona para o presidente Bolsonaro”. Ele relatou que os agentes policiais “reviraram tudo” na casa, chegando a retirar a filha mais nova do ex-presidente, Laura, do quarto, e que, segundo sua percepção, nada foi encontrado.

A decisão de buscar e apreender bens na casa do ex-chefe do Executivo, em Brasília, foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Segundo a decisão do ministro (PDF – 152 kB), a defesa do ex-presidente apresentou dados divergentes sobre armamentos em sua residência. Moraes argumentou que essas inconsistências tornaram a busca “imprescindível” para assegurar a ausência de mais armas no local.

O ministro pontuou ainda que a defesa de Bolsonaro precisa entregar uma espingarda, uma vez que seu registro como CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador) foi revogado por Moraes após um incidente anterior envolvendo a apreensão de um armamento em uma blitz.

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